FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Pés no chão e olhos no futuro

Enquanto o mercado de saúde suplementar se apresenta caótico – situação exemplificada pelo fechamento de vários planos que não atendem atualmente aos requisitos mínimos exigidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) –, a FUNDAFFEMG tem conseguido manter sob controle sua situação financeira e patrimonial. Isso se deve ao fato de a instituição oferecer um plano de saúde diferente dos disponíveis no mercado.

Saiba como agir diante de emergências

Você sabe o que fazer em caso de urgência ou emergência? Antes de qualquer coisa, mantenha a calma e ligue imediatamente para o SAMU ou o Corpo de Bombeiros pelo 192 ou 193. Os pro­fissionais irão te orientar sobre como proceder e te auxiliar na verificação dos sinais vitais da vítima, como respiração e pulso. Para que você tenha uma ideia de como proceder, convidamos o tenente Raul Souza dos Santos, do 3º Batalhão de Bombeiros Militares, para explicar como agir em quatro situações.

Pele protegida e saudável no verão 

Verão é sinônimo de férias, passeios com a família e muito sol e calor. O período é ideal para curtir os espaços ao ar livre, sempre que possível. No entanto, antes de sair é preciso relembrar cuidados essenciais para manter a saúde e, principalmente, proteger a pele.

Alcoolismo: é preciso ajudar quem sofre dessa doença

Em novembro, inicia-se o período de festas de fim de ano, com muitas celebrações. São momentos para confraternizar, em que são servidas comidas especiais e, também, bebidas. E isso abre oportunidade para uma advertência: até que ponto o consumo de álcool pode ser considerado “social”? Quando ele se torna um problema? Para ter mais informações sobre o tema, con­fira a entrevista com o Dr. Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).

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Osteoporose. Saiba como se prevenir desse mal


Dia Mundial e Nacional de Combate à Osteoporose -  20 de outubro


No Brasil, mais de 10 milhões de pessoas sofrem de osteoporose e, no mundo, esse número chega a 200 milhões, de acordo com a International Osteoporosis Foundation (IOF). Conscientizar a populaç
ão sobre as causas e as formas de prevenção à doença – esse é o principal objetivo do Dia Mundial e Nacional de Combate à Osteoporose, comemorado amanha, 20 de outubro. Instituído em 1996, pela Sociedade Britânica de Osteoporose, o Dia nos lembra que nunca é cedo demais para começarmos a cuidar dos nossos ossos.

A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição gradativa da massa óssea, resultando na fragilização dos ossos – que se tornam mais vulneráveis e porosos – e na maior probabilidade de fraturas. A deficiência na ingestão de cálcio, somada às alterações hormonais da mulher, são fatores que constituem um cenário característico para incidência da osteoporose.

Confira abaixo cinco outros fatos e saiba mais sobre esse mal que ataca silenciosamente:

1. Nove em cada dez mulheres não consomem a quantidade ideal de cálcio

O estudo BRAZOS – Brazilian Osteoporosis Study, que mapeou a osteoporose no Brasil, aponta que nove entre dez mulheres consomem uma quantidade diária de cálcio inferior à recomendada – 1000 mg por dia, em média, equivalentes a 1 litro de leite ou quatro produtos lácteos por dia. Especialistas acreditam que a alimentação fora de casa é o hábito que mais influencia na redução no consumo de leite e produtos lácteos, principais fontes de Cálcio.
Outros alimentos também possuem cálcio, como brócolis e alguns grãos, por exemplo.

2. Doença silenciosa

A perda de massa óssea, geralmente, não apresenta sintomas. Quanto antes uma possível deficiência na massa óssea for detectada e acompanhada, mais eficiente será o tratamento, evitando a necessidade de intervenção com medicamento e, principalmente, danos muitas vezes irreversíveis para o esqueleto.
O diagnóstico da osteoporose é realizado por meio da densitometria óssea, um exame recomendado para mulheres de acordo com a recomendação médica.

3.O perigo das fraturas

As fraturas relacionadas à baixa densidade óssea são uma das principais causas de incapacidade permanente. As mais graves ocorrem no colo do fêmur e nas vértebras da coluna, onde os ossos não se rompem de vez, mas ocorrem pequenas fraturas que somadas podem provocar o esmagamento das vértebras atingidas com conseqüente redução de estatura.
Segundo o Ministério da Saúde, no ano de 2006 foram gastos quase R$ 50 milhões apenas com internações decorrentes de fraturas de fêmur. Os dados pós-acidente também são alarmantes: após uma fratura de quadril, de 10% a 20% dos pacientes tornaram-se incapacitados, enquanto de 15% a 40% foram institucionalizados e de 20% a 35% faleceram.
Entretanto, a prevenção e o tratamento adequado da osteoporose podem evitar entre 50% a 65% de reincidência das fraturas vertebrais e 25% a 40% das não-vertebrais, incluindo as fraturas de quadril.

4. Mulheres são as principais vítimas

A deficiência na ingestão de cálcio – apontada pelo estudo BRAZOS de que nove em cada dez mulheres não consomem a quantidade adequada do mineral – somada às alterações hormonais, tornam as mulheres mais vulneráveis à osteoporose do que os homens. Quando terminam as menstruações, entre os 45 e 50 anos, há uma queda significativa no nível de estrógeno no corpo feminino. Segundo o Dr. Bruno Muzzi Camargos, é importante fazer um controle regular da perda óssea da mulher. “Após a menopausa, a perda óssea é acelerada, podendo chegar a 5% ao ano. Esse ritmo cai após os 70 anos, quando, apesar de haver perda, ela é mais lenta”, explica.

5.O cuidado começa cedo

O risco de osteoporose depende tanto da massa óssea máxima alcançada nos anos de idade adulta jovem, quanto do índice de perda da massa nas épocas posteriores. Por isso, o cuidado com a saúde dos ossos deve começar desde a infância, com a ingestão das quantidades ideais de cálcio. Já as mulheres, principalmente na menopausa, necessitam de um cuidado redobrado para manterem os ossos fortes e evitar as fraturas.

Fonte: ABRIL

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