FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

 Mais eficiência para falar com você

Atender bem é uma prioridade da FUNDAFFEMG. Por isso, um novo sistema de gestão foi implantado recentemente, permitindo a geração de protocolos sempre que os canais de atendimento do plano são acionados. Ou seja, se um beneficiário ou um credenciado ligou para nossa equipe, receberá um número referente àquele contato.

Ir ao Pronto-socorro nem sempre é a melhor opção

Metade da população brasileira procurou um pronto-socorro ou pronto-atendimento em 2016, mas pouco mais de 10% foram encaminhados para internação. Os dados revelados por uma pesquisa feita pelo Ibope, a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), mostram que as pessoas procuram esses locais não somente em casos de urgência e emergência, conforme recomendado pela legislação.

 O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico/hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

 Você contribui para o desenvolvimento do seu filho?

Desde o nascimento do bebê até o início da vida adulta, presença familiar é determinante para o crescimento pleno da criança e do jovem. Como explica a gestora do SEMPRE, Flávia Alves, os pais têm o poder de contribuir para que seus filhos desenvolvam habilidades cognitivas, sociais e emocionais. “Por isso que muitos pesquisadores buscam entender melhor essa influência e propor caminhos para garantir a presença da família nesse importante processo”.

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AVC matou 62 mil jovens em dez anos


Levantamento sobre a doença que mais causa óbitos no País leva em conta pessoas com menos de 45 anos e confirma tendência mundial


Doença que mais mata no País e que costuma ser associada a pacientes idosos, o acidente vascular cerebral (AVC) também atinge jovens. Levantamento feito pelo Ministério da Saúde mostra que 62.270 pessoas com menos de 45 anos morreram no País, entre os anos 2000 e 2010. Do início da década até setembro deste ano, 200 mil pacientes nessa faixa etária foram internados em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) - não entram na conta as internações na rede particular.

A questão não é preocupante apenas no Brasil. Estudo da Universidade de Cincinnati, publicado em outubro no periódico da Academia Americana de Neurologia, mostrou que, nos anos de 1993 e 1994, 13% das pessoas que sofreram derrame tinham menos de 55 anos. Em 2005, essa porcentagem alcançou 19%. O trabalho analisou pacientes da região metropolitana Cincinnati/Northern Kentucky.

"Essa é uma tendência mundial, que vem com o aumento dos chamados fatores de risco - obesidade, hipertensão, diabete e sedentarismo. Com tecnologia e melhores serviços, a mortalidade cai", afirma o secretário de Atenção à Saúde do ministério, Helvécio Miranda Magalhães.

A tecnologia mais recente adotada pelo Ministério da Saúde é o medicamento alteplase, único aprovado para o tratamento de AVC isquêmico (quando não há hemorragia; tipo que responde a 80% dos derrames). O remédio passou a ser fornecido pelo SUS em abril. Se for ministrado até 4h30 depois dos primeiros sintomas, reduz as sequelas do derrame.

Em abril, o ministério também divulgou os critérios para a habilitação de hospitais que serão referência para o atendimento de pacientes com AVC - até agora, dois assinaram convênio com o governo: o Hospital de Clínicas de Porto Alegre e o Hospital Geral de Emergência de Fortaleza.

"Queremos criar centros de referência regionais. Identificamos duzentos hospitais que têm potencial maior para esse tipo de atendimento", disse o secretário.

O AVC pode ser isquêmico, quando há entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro. Ou hemorrágico, quando esses vasos se rompem. Em idosos, a causa principal é a aterosclerose, processo de inflamação que leva à obstrução das artérias por placas de gordura, explica o vice-presidente da Associação Brasileira de Neurologia (Abneuro), Rubens José Gagliardi.

"Nos jovens, as causas são diferentes, como malformações cardíacas ou nas artérias, uso de drogas e de anorexígenos, como femproporex e anfepramona (anfetamínicos), remédios já proibidos", diz Gagliardi. Ele cita ainda o uso de anticoncepcionais associado ao tabagismo, além da gravidez.

Antonio Carlos Worms Till, fundador do Vita Check-Up Center, lembra que as malformações não são maiores hoje. "O que mudou foi o estilo de vida, com a epidemia de obesidade, mais estresse, mais crises hipertensivas", diz. Ele ressalta a importância de exames de rotina, como a dosagem de sangue, que permite controlar glicemia e colesterol.

"Sem essa ferramenta tão simples, o diagnóstico vem depois do AVC, quando a pessoa terá sequelas motoras, alteração de fala, perda de força. A recuperação para a vida social é extremamente cara sob vários aspectos - psicológico, emocional e financeiro", diz.

 

FONTE: ESTADAO
 

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