FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Use as máscaras corretamente

Até 25 de maio, o Brasil registrou o total de 363.211 casos de contaminação pelo novo coronavírus em todo o país, segundo informações do Ministério da Saúde. Até aquele momento, 22.666 mortes foram provocadas pela Covid-19. Em Minas Gerais, são 6.668 casos e 226 mortes.

Os riscos de uma doença silenciosa

Todo mês, uma em cada dez brasileiras sofre na pele os efeitos negativos da endometriose, muitas delas sem saber que têm a doença, pelo fato de confundirem as cólicas e dores abdominais com sinais da tensão pré-menstrual. A estimativa é feita pelo Ministério da Saúde, que alerta para a importância de se investigar esses sintomas e diagnosticar a patologia inflamatória, que ataca o tecido do útero, os ovários, a bexiga e até mesmo o intestino.

Sempre prontos para atender você

A FUNDAFFEMG tem como um de seus princípios a excelência no relacionamento com nossos beneficiários. Para que estejamos sempre próximos e abertos para o contato com você e sua família, mantemos diversos canais de comunicação e de atendimento que nos apoiam no cumprimento desta diretriz.

Tempo seco e frio são fatores de risco para doenças respiratórias

Nos últimos meses, uma nova doença do trato respiratório alterou a rotina das populações em todo o mundo: a Covid-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2. O isolamento social determinado pelas autoridades locais, o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas, o uso de máscara e o reforço às medidas de higienização das mãos, com água e sabão ou com álcool 70%, são algumas das medidas obrigatórias para este período.

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Validade dos medicamentos requer atenção


Para facilitar a leitura dessa informação, Anvisa analisa mudanças

De acordo com determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), todo medicamento deve conter impresso na embalagem a data de validade e o número do lote. Na maioria das vezes, essas informações são impressas em baixo relevo, mas sem cor. Para muitos consumidores, a leitura dessas informações é difícil, principalmente para quem tem dificuldades de visão.

Conforme mostra reportagem da TV TEM Itapetininga, em Itapetininga (SP), os consumidores afirmam que os dados deveriam estar mais visíveis nas embalagens. Até mesmo quem trabalha com a venda de remédios afirma ter dificuldades para fazer a leitura.

A farmacêutica Aline Michelle Carmago confessa que muitas vezes já precisou recorrer a lupas para fazer a leitura. “Qualquer pessoa tem dificuldade, principalmente, as mais idosas porque a visão está mais debilitada. Fora isso, nós mesmo no balcão precisa utilizar lupas para conseguir enxergar isso na caixa. Eu acredito que esse problema não aparece somente entre a gente. Algumas vezes já constatei erro de informações na nota fiscal dos produtos quando chegam a distribuidora. O número do lote registrado na nota fiscal não é o mesmo que o impresso na embalagem. Acredito que até eles [distribuidores] também têm essa dificuldade”, comenta.

Para tentar reverter essa dificuldade a Anvisa analisa uma resolução para deixar essas informações mais fáceis de serem identificadas. Como, por exemplo, a impressão com cores nas embalagens. No entanto, ainda não há um prazo para as empresas se adequarem.

Enquanto as mudanças não são feitas, a farmacêutica da Vigilância Sanitária de Itapetininga, Eliane Maria Leite Alves, recomenda atenção dos consumidores. Já para quem tem dificuldades de enxergar, ela recomenda que a informação seja reescrita na embalagem pelo farmacêutico.

“Procure o farmacêutico ou o balconista de onde está acostumado a comprar o seu medicamento e peça para que ele escreva na embalagem a informação, principalmente a data de validade, de uma forma que o consumidor possa visualizar. Isso é importante para a pessoa não corra o risco de tomar nenhum medicamento vencido”, diz.

Alves alerta que a ingestão de medicamentos foram da validade pode trazer complicações à saúde. “A primeira coisa é que o medicamento não irá fazer o efeito desejado. Não só quando está vencido, mas também quando esse medicamento é armazenado de forma irregular. Com isso, se o paciente precisa tomar insulina, por exemplo, e este medicamento está vencido ou mal armazenado, então a quantidade que será tomada não irá fazer efeito”, explica.

(Portal G1)

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