FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

 Mais eficiência para falar com você

Atender bem é uma prioridade da FUNDAFFEMG. Por isso, um novo sistema de gestão foi implantado recentemente, permitindo a geração de protocolos sempre que os canais de atendimento do plano são acionados. Ou seja, se um beneficiário ou um credenciado ligou para nossa equipe, receberá um número referente àquele contato.

Ir ao Pronto-socorro nem sempre é a melhor opção

Metade da população brasileira procurou um pronto-socorro ou pronto-atendimento em 2016, mas pouco mais de 10% foram encaminhados para internação. Os dados revelados por uma pesquisa feita pelo Ibope, a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), mostram que as pessoas procuram esses locais não somente em casos de urgência e emergência, conforme recomendado pela legislação.

 O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico/hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

 Você contribui para o desenvolvimento do seu filho?

Desde o nascimento do bebê até o início da vida adulta, presença familiar é determinante para o crescimento pleno da criança e do jovem. Como explica a gestora do SEMPRE, Flávia Alves, os pais têm o poder de contribuir para que seus filhos desenvolvam habilidades cognitivas, sociais e emocionais. “Por isso que muitos pesquisadores buscam entender melhor essa influência e propor caminhos para garantir a presença da família nesse importante processo”.

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4 de agosto: Dia Nacional da Campanha Educativa de Combate ao Câncer


O dia 4 de agosto aponta para a importância da educação no combate ao câncer, mostrando que o conhecimento sobre a doença é essencial para a prevençãocontra ela. O câncer é uma enfermidade provocada pelo crescimento desordenado de células, em tecidos e órgãos do corpo, que são capazes de se espalhar por outras regiões. Acumuladas, essas células formam tumores, malignos ou benignos.

Os tumores malignos são compostos por células agressivas, que possuem uma alteração genética em relação às outras, enquanto os benignos são apenas uma massa de células que se multiplicam devagar e se parecem com o tecido original do organismo, raramente trazendo perigo. Existem vários tipos de câncer e cada um corresponde a um tipo diferente de célula. Aos poucos, as áreas do corpo atingidas pelo tumor maligno param de realizar as suas funções.

 

CAUSAS DO CÂNCER

As causas do câncer podem ser internas ou externas ao organismo. Dessa forma, a enfermidade pode surgir de fatores genéticos, como a reação do próprio corpo às células alteradas e a hereditariedade, ou aspectos do ambiente e dos hábitos pessoais.

As circunstâncias causadoras da doença não são facilmente detectadas, porém, existem elementos que aumentam o risco de se desenvolver os tumores:

·         Tabagismo: está relacionado a vários tipos de câncer, principalmente os de pulmão, laringe e esôfago.

·         Hábitos alimentares: o consumo de alimentos processados, frituras, açúcar, adoçante, agrotóxico, gordura, sal e conservantes deve ser evitado.

·         Alcoolismo: o etanol está relacionado ao desenvolvimento de câncer de boca, faringe, laringe, esôfago, estômago, fígado, intestino e mama. Vale destacar que a combinação de álcool e tabaco é ainda mais perigosa.

·         Hábitos sexuais: sexo sem o uso de preservativos ajuda a propagação de agentes sexualmente transmissíveis, capazes de induzir o câncer. O HPV está associado ao câncer de colo do útero; o HIV, junto a outros vírus, é capaz de influenciar o surgimento do câncer de língua e de reto; o vírus da hepatite B, que pode ser transmitido pelo sangue, está relacionado ao câncer de fígado.

·         Medicamentos: em geral, aqueles que podem induzir o desenvolvimento do câncer são:

-        Antineoplásicos: usados na quimioterapia, trazem mais benefícios que riscos, porém, em longo prazo, podem ter efeitos maléficos.

-        Imunossupressores: utilizados para evitar que o sistema imunológico rejeite um órgão transplantado.

-        Hormônios: são uma via de mão dupla. Os anticoncepcionais, por exemplo, podem aumentar o risco de câncer do colo de útero e de mama, ao mesmo tempo em que diminui o câncer de endométrio e de ovário.

·         Fatores ocupacionais: o ambiente de trabalho pode trazer riscos à saúde, como a poluição do ar. Em geral, o câncer causado por esse tipo de exposição afeta regiões como pulmão, pele e bexiga, que fazem a absorção e a excreção das substâncias cancerígenas. Amianto, fuligem, borracha, pó de madeira, material de pintura e agrotóxicos são alguns elementos cancerígenos em ambientes de trabalho.

·         Exposição solar: a exposição prolongada, sem proteção e frequente ao sol é o principal risco de desenvolvimento do câncer de pele.

·         Radiação ionizante: emite uma energia que danifica o DNA das células, originando o câncer. Ela está presente, principalmente, na indústria nuclear e na área da saúde – através das radiografias, tomografias, mamografias, radioterapias, braquiterapias e medicina nuclear. O risco depende da exposição do paciente à radiação, relacionada à dose, à duração, à idade e à sensibilidade dos tecidos.

 

TIPOS DE CÂNCER

 O câncer pode afetar diversas partes do corpo, no entanto, alguns órgãos são mais vulneráveis que outros. Atualmente, no Brasil, o câncer de pele não melanoma é o mais frequente em ambos os sexos. Depois dele, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, enquanto o de próstata é o mais incidente entre os homens. Apesar de raro, sendo apenas 1% do total de casos, o câncer de mama também atinge a população masculina.

Além de pele, mama e próstata, diversos outros órgãos são atingidos por diferentes tipos de tumores. Dentre os mais comuns, estão estômago, esôfago, colo do útero, pulmão, boca e intestino. O câncer também pode acontecer em células do sistema imunológico – originando os linfomas – e no sangue – originando a leucemia.

 

PREVENÇÃO

A prevenção do câncer está associada às práticas diárias, que reduzem os riscos da obtenção da doença. Os métodos de prevenção são subdivididos em dois grupos: primários e secundários.

Na prevenção primária, a finalidade é evitar que a doença se desenvolva. Por isso, é preciso que se tenha uma qualidade de vida saudável, se abstendo de agentes que causam o câncer, como o cigarro, praticando atividades físicas, realizando uma boa alimentação e tomando corretamente as vacinas.

Já a prevenção secundária, tem por objetivo a constatação precoce de tumores pré-malignos e cânceres assintomáticos iniciais, aumentando as chances de cura. Ela é realizada por meio de exames rotineiros, como a mamografia, que visa prevenir o câncer de mama, a colonoscopia, realizada para detectar o câncer de intestino, e o exame de PSA (Antígeno Prostático Específico), realizado por homens a partir dos 45 anos, com um urologista, para identificar o câncer de próstata. Redobre a atenção caso tenha histórico de câncer na sua família.

 

TRATAMENTOS

Além da cirurgia de retirada do tumor, existem outros três tratamentos, escolhidos, pelo médico, de acordo com a necessidade de cada caso:

·         Quimioterapia: consiste na utilização de medicamentos que, ao serem transportados pelo sangue, destroem as células alteradas e impedem que elas se espalhem pelo corpo.

·         Radioterapia: por meio da radiação, destrói o tumor ou impede que as células doentes cresçam.

·         Transplante de medula óssea: a medula óssea é um tecido que fica no interior dos ossos e tem a função de produzir as células sanguíneas. Portanto, o transplante é feito quando o câncer afeta o sangue, como é o caso da leucemia. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente por células de uma medula saudável. 

 

O câncer não é o final da linha, pois o tratamento é possível. A informação é essencial no combate a qualquer doença. Não deixe, porém, de consultar o médico regularmente e fazer os exames de rotina.


Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA)

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