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Fibromialgia

A Fibromialgia é uma doença reumatológica, que provoca dores generalizadas pelo corpo, principalmente nas articulações e nos tendões. O paciente apresenta fadiga, intolerância ao exercício físico e sono não repousante – sensação de continuar cansado, mesmo depois de dormir. Na maioria dos casos, a doença afeta o público feminino. As mulheres entre 30 e 55 anos são as mais atingidas. No entanto, pessoas idosas, crianças e adolescentes também podem desenvolver a síndrome.

Febre Amarela

Minas Gerais está em alerta para os casos de Febre Amarela Silvestre. Se você mora ou vai viajar para regiões de risco, vacine-se!

Mamografia: uma chance para realizar o exame!

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o que mais afeta a população mundial e brasileira. O percentual só não é maior do que o de pele não melanoma. A última estimativa divulgada pelo instituto era de que 57.960 novos casos fossem diagnosticados no Brasil em 2016/2017. Por essas e outras razões, o câncer de mama tem sido tratado como prioridade da agenda de saúde do país.

Como a poluição do ar impacta a sua saúde

Dados preliminares de um estudo, obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, revelam que respirar o ar da capital paulista por duas horas, no trânsito, equivale a fumar um cigarro. A pesquisa, realizada por estudiosos da Universidade de São Paulo (USP), é inédita e pretende comparar os impactos da poluição aos danos causados pelo tabagismo. A conclusão, até agora, é de que o pulmão de um morador da cidade, em 30 anos, estaria igual ao de um fumante leve – aquele que consome menos de dez cigarros por dia.

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Diabetes Gestacional


 No decorrer da gravidez, normalmente a partir do terceiro trimestre, ocorre um aumento de glicose no sangue da mulher (hiperglicemia), para suprir as necessidades do bebê. Nesse período, porém, a placenta produz substâncias que bloqueiam a ação da insulina, fazendo com que a quantidade desse hormônio, produzido pelo pâncreas, seja insuficiente para transformar a quantidade de açúcar em energia, levando ao diabetes gestacional.

 

Durante a gravidez, a mãe precisará tomar uma série de cuidados e realizar o pré-natal corretamente. Após o parto, o problema tende a desaparecer, pois os níveis de açúcar no sangue, geralmente, se normalizam em uma semana. A hiperglicemia na gravidez pode atingir qualquer mulher e nem sempre é possível identificar os sintomas. Dessa forma, é recomendado que toda gestante, a partir da 24ª semana, busque monitorar, regularmente, a glicose.

 

SINTOMAS

Raramente, os sintomas do diabetes gestacional são detectados facilmente, porque podem ser confundidos com mudanças comuns que acontecem durante a gravidez, como visão turva e aumento de sede, fome e micção.

 

FATORES DE RISCO

·         Gestação após os 25 anos;

·         Sobrepeso ou obesidade;

·         Ganho de peso em excesso na gravidez;

·         Síndrome dos ovários policísticos;

·         Histórico de diabetes em parentes de 1º grau, ou de diabetes gestacional na família;

·         Histórico de filhos que nasceram com mais de 4 kg.

·         Diabetes gestacional na gravidez anterior;

·         Hipertensão arterial na gravidez;

·         Gestação de gêmeos.

   

DIAGNÓSTICO

O diabetes gestacional é diagnosticado por meio do exame de sangue entre a 24ª e a 28ª semanas de gravidez. Se o problema for confirmado, o médico solicitará outros testes para avaliar a saúde da mãe e do bebê. As consultas periódicas durante o pré-natal são essenciais para identificar qualquer complicação.

 

TRATAMENTO

O tratamento recomendado para o diabetes gestacional é uma uma orientação nutricional específica e a prática de atividades físicas, se não houver contraindicação. Caso esses métodos não sejam eficazes, o médico poderá indicar as injeções periódicas de insulina ou um medicamento que controle o açúcar no sangue. O desenvolvimento da criança no útero também será verificado constantemente.

Com o monitoramento adequado, o bebê permanecerá saudável. Mas, se isso não for feito, a criança pode nascer com excesso de peso, prematura, ter uma hipoglicemia, diabetes tipo 2, icterícia ou, em casos extremos, perder a vida. No caso da mãe, a falta de controle do diabetes na gestação poderá causar hipertensão e o desenvolvimento do diabetes tipo 2, depois da gravidez. Após o parto, o médico solicitará novos exames de sangue para monitorar o nível de glicose.

 

Informações retiradas dos sites diamundialdodiabetes.org.br e minhavida.com.br.

 

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