FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Doenças Sexualmente Transmissíveis

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são contraídas a partir do ato sexual sem camisinha. As mais comuns são Aids, sífilis, gonorreia, herpes, HPV e clamídia. Elas podem afetar, igualmente, homens e mulheres com vida sexual ativa, e o risco aumenta com a troca frequente de parceiros. As DSTs podem ser provocadas por vírus, bactérias ou fungos, por isso, os tratamentos são diversificados.

Prostatite

A prostatite é uma inflamação que provoca o crescimento anormal da próstata, gerando desconforto, dor e obstrução da urina. Em geral, o problema é originado por uma bactéria, mas também pode ser relacionado a um vírus, fungo ou outros agentes.

Novembro Azul

A campanha Novembro Azul é um movimento de prevenção ao câncer de próstata e preservação da saúde do homem. A ação começou a ser realizada, no Brasil, em 2012, pelo Instituto Lado a Lado Pela Vida, com o objetivo principal de quebrar a resistência dos homens em relação às consultas médicas, e, assim, estimular a realização dos exames preventivos, essenciais para diagnosticar doenças em fase inicial.

 

Candidíase

 O crescimento excessivo do fungo Candida (também chamado Monília), no organismo, provoca uma infecção denominada Candidíase ou Monolíase Vaginal. Tal irritação pode ser ocasionada pelo enfraquecimento do sistema imunológico ou pelo uso de alguns antibióticos.

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Síndrome do Ovário Policístico 


Também conhecida por SOP, a Síndrome dos Ovários Policísticos é um distúrbio que afeta a produção hormonal feminina, o que provoca a formação de cistos (bolsas de material líquido) no ovário, fazendo com que ele aumente de tamanho. Ela é caracterizada pela alta produção de hormônios masculinos e pelo ciclo irregular da menstruação.

 

Os fatores que levam ao desenvolvimento dessa síndrome ainda são pouco conhecidos. Acredita-se que ela tenha origem genética e possua ligação à produção em excesso de insulina, já que 50% das mulheres com essa doença têm o chamado hiperinsulinismo, o que causa as alterações hormonais.

 

SINTOMAS

Há casos em que é possível perceber os sintomas da SOP já na primeira menstruação. No entanto, a doença pode se desenvolver posteriormente. Os principais sinais da existência dessas disfunções hormonais são:

·         Alterações na menstruação, com atrasos entre os ciclos;

·         Ganho de peso, obesidade;

·         Hirsutismo – aumento de pelos no rosto, seio e abdômen;

·         Aumento da oleosidade na pele, provocando o aparecimento da acne;

·         Infertilidade.

 

FATORES DE RISCO

Não se sabe, ao certo, o que causa a disfunção hormonal característica da síndrome dos ovários policísticos, mas existem fatores que podem estimular a doença, como:

·         Excesso de insulina;

·         Resistência à insulina;

·         Histórico familiar;

·         Peso baixo ao nascer;

·         Precoce aparecimento dos pelos pubianos.

 

DIAGNÓSTICO

A SOP pode ser identificada por meio de exames clínicos ou laboratoriais, que verificam a dosagem de hormônios presentes no corpo da mulher, se há alterações nos níveis de testosterona total, além da dosagem de glicemia, e ultrassom ginecológico, que analisa o volume do ovário. Caso esteja aumentado ou apresentar mais de dez cistos na superfície de cada ovário, é sinal de que a paciente é portadora da síndrome.

 

TRATAMENTO:

A SOP é uma doença crônica, então o tratamento é feito de acordo com os sintomas de cada caso e a pretensão da mulher. Ele pode ser realizado por meio de:

·         Anticoncepcionais orais, para o controle hormonal, que irá reduzir o volume do ovário e conter o aparecimento dos cistos. Este método é voltado para as pacientes que não desejam engravidar, e, também, pode refletir positivamente no crescimento dos pelos, no aparecimento de espinhas, na irregularidade menstrual e nas cólicas.

·         Cirurgia de microcauterização do ovário, estimulando a ovulação;

·         Remédios de controle da insulina;

·         Dieta e atividade física;

·         Indução da ovulação, para estimular a fertilidade, caso a mulher pretenda engravidar.

   

PREVENÇÃO

Não há uma prevenção para a SOP, mas ela pode ser identificada de forma precoce, caso as consultas ao ginecologista sejam regulares. Assim, é possível evitar as complicações, como doenças cardiovasculares, infertilidade, diabetes tipo 2, obesidade e síndrome metabólica.

  

Informações retiradas dos sites gineco.com.br/saude-feminina, minhavida.com.br e drauziovarella.com.br.

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