FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Divirta-se nas festas de fim de ano com saúde

Fim de ano é sinônimo de celebração, já que o período estimula a confraternização e comunhão entre as pessoas. Normalmente, acontecem encontros em diversos tipos de ambientes, principalmente em casa e no trabalho, mostrando como é importante partilhar os bons momentos vividos com aqueles que amamos. 

Porém, não é só isso que torna essa ocasião muito atrativa. A mesa farta, sem dúvida, é mais um importante protagonista neste período!

Crianças devem ser acompanhadas pelo médico desde o nascimento  

Você sabe por que os primeiros mil dias de vida são fundamentais para uma criança? É nesse período que as bases para uma boa saúde, crescimento e  neurodesenvolvimento se estabelecem, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, na sigla em inglês). “É imprescindível que seja oferecido à criança um ambiente que lhe proporcione as melhores condições para que desenvolva todo o seu potencial”, orienta a pediatra Giane Chaves, que atende no Centro de Promoção da Saúde (CPS) de Belo Horizonte. Alimentação saudável e relacionamento próximo e atento com seu filho são requisitos importantes. Acompanhar o desenvolvimento do pequeno com um pediatra de confiança, também.

Evite o câncer de peito aberto

Outubro é o mês em que tradicionalmente a prevenção ao câncer de mama ganha destaque. Mas, como ressalta a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o cuidado deve ser constante e fazer parte da rotina de saúde da mulher, com autoexame, consultas ao médico especialista e realização anual da mamografia, a partir dos 40 anos.

Envelhecendo com saúde

Em 2018, a expectativa de vida da população brasileira alcançou a maior média da história: 76 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O instituto estima que, até 2060, 25,5% do total de brasileiros terá mais que 65 anos – atualmente, o percentual de idosos é 9,2%. Se o número de pessoas mais velhas está crescendo, nem todo mundo sabe responder à seguinte pergunta: qual a fórmula para envelhecer com saúde?

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Como a poluição do ar impacta a sua saúde


Dados preliminares de um estudo, obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, revelam que respirar o ar da capital paulista por duas horas, no trânsito, equivale a fumar um cigarro. A pesquisa, realizada por estudiosos da Universidade de São Paulo (USP), é inédita e pretende comparar os impactos da poluição aos danos causados pelo tabagismo. A conclusão, até agora, é de que o pulmão de um morador da cidade, em 30 anos, estaria igual ao de um fumante leve – aquele que consome menos de dez cigarros por dia.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores mediram a quantidade de carbono no pulmão de pessoas já falecidas, ao mesmo tempo em que investigavam o estilo de vida que elas tinham. Por meio de entrevistas com familiares dos pacientes, eles obtiveram informações de onde viviam, qual era a profissão, quanto tempo ficavam no trânsito e se fumavam ou eram fumantes passivos. Com isso, os estudiosos poderiam notar como a pessoa se expunha ao carbono que se acumulou no pulmão.
Essa pesquisa comprova o tanto que a poluição é prejudicial à nossa saúde. E sabemos que ela não está apenas no trânsito de São Paulo. De acordo com a ONU Meio Ambiente e a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que a poluição do ar mata cerca de 7 milhões de pessoas ao ano. Além disso, 80% das cidades teriam o nível de poluição acima do recomendado.
As consequências disso não são apenas os problemas respiratórios. Além dos danos ambientais, como a redução da camada de ozônio, a poluição do ar também provoca uma série de alterações no corpo, como as irritações nos olhos – devido à secura. O estudo em questão aponta, ainda, uma possível relação entre a poluição e a obesidade, pois as impurezas do ar poderiam causar redução do metabolismo e modificações hormonais relacionadas à saciedade.


Outros estudos analisam mais impactos da poluição do ar ao organismo:


•    A luz do sol não chega ao corpo na quantidade que deveria, por causa da camada de poluição, provocando a deficiência da vitamina D.
•    Doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, teriam a progressão acelerada.
•    Doenças cardiovasculares podem ser pioradas.
•    O risco de nascimento de bebês prematuros ou com baixo peso aumentaria.

Informações retiradas do jornal O Estado de S. Paulo

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