FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

 Novos membros no Conselho Curador

 No dia 14 de junho, os Auditores Fiscais de Tributos Estaduais José Luiz de Lima, Mônica Schusterschitz da Silva Araujo e Vera Maria Sampaio Teixeira Zambelli Loyola tomaram posse como membros suplentes do Conselho Curador da FUNDAFFEMG. Eles substituíram Arnaldo Tadeu Guimarães, Fabrício Franco de Souza e Leonardo Augusto Rodrigues Borges. 

Como funciona a Assistência Domiciliar?

Segundo a Resolução nº 01/2016 do Conselho Curador da FUNDAFFEMG, a Assistência Domiciliar (PAD) é o conjunto de atividades de caráter ambulatorial, programadas e  continuadas, realizadas em domicílio, que visam cuidar da saúde do beneficiário acamado ou restrito ao leito e/ou cronicamente enfermo, com limitações para deambular ou funcionalmente dependente, mediante suporte familiar efetivo. A finalidade é maximizar o nível de independência do paciente, atuando de forma preventiva e curativa. Separamos alguns artigos do documento que está disponível na íntegra aqui.

Cuide dos seus olhos

Oitenta por cento de todas as informações que recebemos pelo cérebro chegam por meio da visão. Por esse e outros motivos os cuidados com a saúde ocular são fundamentais. Para se ter uma ideia, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 60% e 80% dos casos de cegueira são evitáveis e tratáveis

 FUNDAFFEMG completa 33 anos

Há 33 anos, Sinval Pereira da Silva percebeu que a classe fiscal de Minas Gerais precisava de um serviço de saúde de qualidade e, depois de assumir a vice-presidência da AFFEMG, contratou dois médicos para atender o público. Ele notou que seriam necessários aprimoramentos e, juntamente, com sua equipe, começou a realizar visitas técnicas a hospitais e consultórios para iniciar a rede de credenciados. Nascia aí o Plano AFFEMG-Saúde, com apenas 263 beneficiários. 

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Combate e Prevenção da Hanseníase


No último domingo de janeiro, comemora-se o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, conscientizando a todos sobre os sintomas, os perigos e a importância do diagnóstico precoce da doença. Antigamente, quando os aspectos da enfermidade ainda eram pouco conhecidos, os portadores da hanseníase eram associados a impurezas, sendo excluídos do convívio social. Por isso, a data também ajuda a evitar que mais pacientes sejam vítimas do preconceito.

A hanseníase é uma infecção bacteriana contagiosa, comumente conhecida como lepra, causada pela Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. Ela é caracterizada por lesionar os nervos periféricos e diminuir a sensibilidade da pele na área afetada. Se não for descoberta cedo, pode trazer complicações, como deformidades e incapacidades físicas.
A transmissão da Mycobacterium leprae é feita por via respiratória, por gotículas de saliva ou secreções do nariz, ou seja, o contato com a pele do paciente não transmite a doença. Em seguida, o parasita se instala em nervos periféricos, e os sintomas aparecem entre seis meses e cinco anos. Em casos mais brandos da hanseníase, o próprio corpo consegue eliminar a bactéria, que não se espalha. Porém, alguns portadores apresentam imunidade reduzida ou inexistente a ela, possibilitando a multiplicação do parasita e a sua transmissão a outras pessoas.
Os casos atuais de hanseníase estão muito ligados a condições precárias de higiene em regiões carentes ou ao contato prolongado e/ou íntimo com um portador que não tenha feito o tratamento quimioterápico. Isso acontece porque os ambientes quentes, úmidos e sujos são ideais para a sobrevivência da bactéria. Sobre a incidência da doença, a maioria das ocorrências é registrada em homens, e, como demora a aparecer algum sintoma, os relatos em adultos são mais frequentes que em crianças.
Por atingir nervos e pele, a hanseníase pode ter manifestações neurológicas ou dermatológicas. No primeiro caso, os sintomas podem ser: dormência, perda de tônus muscular e retração dos dedos, podendo desenvolver incapacidades físicas, se não houver tratamento. Já as manifestações na pele são: manchas claras, vermelhas ou escuras, com limites imprecisos e pouco visíveis, aliadas à alteração da sensibilidade, queda de pelos e ausência de transpiração na área afetada. Outro sintoma, presente nas fases agudas da doença, é o aparecimento de caroços em partes frias do corpo, como pés, mãos, orelhas e cotovelos.
Para diagnosticar a doença, o médico realiza exames de sensibilidade, durante a consulta, além da biópsia da ferida, para analisar a presença da bactéria. Como recomendação da Organização Mundial da Saúde, o tratamento da hanseníase é feito com a poliquimioterapia, que consiste no uso de antibióticos oferecidos gratuitamente em todo o mundo. Esses medicamentos são capazes de inibir a evolução da doença até que o parasita seja completamente eliminado do corpo.
Dentro de quatro dias após o início do tratamento, a hanseníase não é transmitida para outras pessoas. Se o paciente seguir corretamente as indicações médicas, conseguirá curar a doença e prevenir incapacidades e deformidades. Geralmente, o tratamento varia entre seis meses e um ano e meio, dependendo da gravidade. Vale lembrar que a medicação não é indicada durante a gravidez.
A hanseníase pode ser prevenida com a vacina BCG, obrigatória em crianças entre 0 e 4 anos. Além disso, manter bons hábitos alimentares e de higiene e praticar exercícios físicos são importantes para reforçar o sistema imunológico para que ele combata a bactéria, caso haja contato com ela.

Informações retiradas dos sites sbd.org.br e minutosaudavel.com.br
 

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