FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Proteção contra a gripe

  

A FUNDAFFEMG promove anualmente uma Campanha de Vacinação contra a gripe para os beneficiários. Em 2018, a ação foi realizada entre os dias 23 e 27 de abril em 32 cidades mineiras. A vacina oferecida foi a quadrivalente e, ao todo, 5.708 beneficiários foram imunizados.

 

Guia de Contingência: quando utilizar?

 

O documento possibilita que os profissionais da saúde atendam mesmo em caso de interrupção temporária das trocas eletrônicas feitas entre conveniados e as operadoras.

 

Como funciona o credenciamento de Prestadores?

 

O credenciamento de prestadores que atenderão pelo Plano FUNDAFFEMG-Saúde é feito a partir da análise da atual rede credenciada e identificação das necessidades. Para garantir a qualidade dos serviços, alguns critérios são levados em consideração na seleção.

 

 

 CPS: atendimento completo para você

A FUNDAFFEMG possui três Centros de Promoção da Saúde (CPS) onde os beneficiários podem agendar consultas em várias especialidades. Modernas e confortáveis, suas instalações contam com uma equipe de profissionais que atua de forma integrada para entender as necessidades e os fatores de risco de cada paciente e oferecer tratamentos completos.

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Combate e Prevenção da Hanseníase


No último domingo de janeiro, comemora-se o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, conscientizando a todos sobre os sintomas, os perigos e a importância do diagnóstico precoce da doença. Antigamente, quando os aspectos da enfermidade ainda eram pouco conhecidos, os portadores da hanseníase eram associados a impurezas, sendo excluídos do convívio social. Por isso, a data também ajuda a evitar que mais pacientes sejam vítimas do preconceito.

A hanseníase é uma infecção bacteriana contagiosa, comumente conhecida como lepra, causada pela Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. Ela é caracterizada por lesionar os nervos periféricos e diminuir a sensibilidade da pele na área afetada. Se não for descoberta cedo, pode trazer complicações, como deformidades e incapacidades físicas.
A transmissão da Mycobacterium leprae é feita por via respiratória, por gotículas de saliva ou secreções do nariz, ou seja, o contato com a pele do paciente não transmite a doença. Em seguida, o parasita se instala em nervos periféricos, e os sintomas aparecem entre seis meses e cinco anos. Em casos mais brandos da hanseníase, o próprio corpo consegue eliminar a bactéria, que não se espalha. Porém, alguns portadores apresentam imunidade reduzida ou inexistente a ela, possibilitando a multiplicação do parasita e a sua transmissão a outras pessoas.
Os casos atuais de hanseníase estão muito ligados a condições precárias de higiene em regiões carentes ou ao contato prolongado e/ou íntimo com um portador que não tenha feito o tratamento quimioterápico. Isso acontece porque os ambientes quentes, úmidos e sujos são ideais para a sobrevivência da bactéria. Sobre a incidência da doença, a maioria das ocorrências é registrada em homens, e, como demora a aparecer algum sintoma, os relatos em adultos são mais frequentes que em crianças.
Por atingir nervos e pele, a hanseníase pode ter manifestações neurológicas ou dermatológicas. No primeiro caso, os sintomas podem ser: dormência, perda de tônus muscular e retração dos dedos, podendo desenvolver incapacidades físicas, se não houver tratamento. Já as manifestações na pele são: manchas claras, vermelhas ou escuras, com limites imprecisos e pouco visíveis, aliadas à alteração da sensibilidade, queda de pelos e ausência de transpiração na área afetada. Outro sintoma, presente nas fases agudas da doença, é o aparecimento de caroços em partes frias do corpo, como pés, mãos, orelhas e cotovelos.
Para diagnosticar a doença, o médico realiza exames de sensibilidade, durante a consulta, além da biópsia da ferida, para analisar a presença da bactéria. Como recomendação da Organização Mundial da Saúde, o tratamento da hanseníase é feito com a poliquimioterapia, que consiste no uso de antibióticos oferecidos gratuitamente em todo o mundo. Esses medicamentos são capazes de inibir a evolução da doença até que o parasita seja completamente eliminado do corpo.
Dentro de quatro dias após o início do tratamento, a hanseníase não é transmitida para outras pessoas. Se o paciente seguir corretamente as indicações médicas, conseguirá curar a doença e prevenir incapacidades e deformidades. Geralmente, o tratamento varia entre seis meses e um ano e meio, dependendo da gravidade. Vale lembrar que a medicação não é indicada durante a gravidez.
A hanseníase pode ser prevenida com a vacina BCG, obrigatória em crianças entre 0 e 4 anos. Além disso, manter bons hábitos alimentares e de higiene e praticar exercícios físicos são importantes para reforçar o sistema imunológico para que ele combata a bactéria, caso haja contato com ela.

Informações retiradas dos sites sbd.org.br e minutosaudavel.com.br
 

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