FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

 Mais eficiência para falar com você

Atender bem é uma prioridade da FUNDAFFEMG. Por isso, um novo sistema de gestão foi implantado recentemente, permitindo a geração de protocolos sempre que os canais de atendimento do plano são acionados. Ou seja, se um beneficiário ou um credenciado ligou para nossa equipe, receberá um número referente àquele contato.

Ir ao Pronto-socorro nem sempre é a melhor opção

Metade da população brasileira procurou um pronto-socorro ou pronto-atendimento em 2016, mas pouco mais de 10% foram encaminhados para internação. Os dados revelados por uma pesquisa feita pelo Ibope, a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), mostram que as pessoas procuram esses locais não somente em casos de urgência e emergência, conforme recomendado pela legislação.

 O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico/hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

 Você contribui para o desenvolvimento do seu filho?

Desde o nascimento do bebê até o início da vida adulta, presença familiar é determinante para o crescimento pleno da criança e do jovem. Como explica a gestora do SEMPRE, Flávia Alves, os pais têm o poder de contribuir para que seus filhos desenvolvam habilidades cognitivas, sociais e emocionais. “Por isso que muitos pesquisadores buscam entender melhor essa influência e propor caminhos para garantir a presença da família nesse importante processo”.

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Combate e Prevenção da Hanseníase


No último domingo de janeiro, comemora-se o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, conscientizando a todos sobre os sintomas, os perigos e a importância do diagnóstico precoce da doença. Antigamente, quando os aspectos da enfermidade ainda eram pouco conhecidos, os portadores da hanseníase eram associados a impurezas, sendo excluídos do convívio social. Por isso, a data também ajuda a evitar que mais pacientes sejam vítimas do preconceito.

A hanseníase é uma infecção bacteriana contagiosa, comumente conhecida como lepra, causada pela Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. Ela é caracterizada por lesionar os nervos periféricos e diminuir a sensibilidade da pele na área afetada. Se não for descoberta cedo, pode trazer complicações, como deformidades e incapacidades físicas.
A transmissão da Mycobacterium leprae é feita por via respiratória, por gotículas de saliva ou secreções do nariz, ou seja, o contato com a pele do paciente não transmite a doença. Em seguida, o parasita se instala em nervos periféricos, e os sintomas aparecem entre seis meses e cinco anos. Em casos mais brandos da hanseníase, o próprio corpo consegue eliminar a bactéria, que não se espalha. Porém, alguns portadores apresentam imunidade reduzida ou inexistente a ela, possibilitando a multiplicação do parasita e a sua transmissão a outras pessoas.
Os casos atuais de hanseníase estão muito ligados a condições precárias de higiene em regiões carentes ou ao contato prolongado e/ou íntimo com um portador que não tenha feito o tratamento quimioterápico. Isso acontece porque os ambientes quentes, úmidos e sujos são ideais para a sobrevivência da bactéria. Sobre a incidência da doença, a maioria das ocorrências é registrada em homens, e, como demora a aparecer algum sintoma, os relatos em adultos são mais frequentes que em crianças.
Por atingir nervos e pele, a hanseníase pode ter manifestações neurológicas ou dermatológicas. No primeiro caso, os sintomas podem ser: dormência, perda de tônus muscular e retração dos dedos, podendo desenvolver incapacidades físicas, se não houver tratamento. Já as manifestações na pele são: manchas claras, vermelhas ou escuras, com limites imprecisos e pouco visíveis, aliadas à alteração da sensibilidade, queda de pelos e ausência de transpiração na área afetada. Outro sintoma, presente nas fases agudas da doença, é o aparecimento de caroços em partes frias do corpo, como pés, mãos, orelhas e cotovelos.
Para diagnosticar a doença, o médico realiza exames de sensibilidade, durante a consulta, além da biópsia da ferida, para analisar a presença da bactéria. Como recomendação da Organização Mundial da Saúde, o tratamento da hanseníase é feito com a poliquimioterapia, que consiste no uso de antibióticos oferecidos gratuitamente em todo o mundo. Esses medicamentos são capazes de inibir a evolução da doença até que o parasita seja completamente eliminado do corpo.
Dentro de quatro dias após o início do tratamento, a hanseníase não é transmitida para outras pessoas. Se o paciente seguir corretamente as indicações médicas, conseguirá curar a doença e prevenir incapacidades e deformidades. Geralmente, o tratamento varia entre seis meses e um ano e meio, dependendo da gravidade. Vale lembrar que a medicação não é indicada durante a gravidez.
A hanseníase pode ser prevenida com a vacina BCG, obrigatória em crianças entre 0 e 4 anos. Além disso, manter bons hábitos alimentares e de higiene e praticar exercícios físicos são importantes para reforçar o sistema imunológico para que ele combata a bactéria, caso haja contato com ela.

Informações retiradas dos sites sbd.org.br e minutosaudavel.com.br
 

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