FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico-hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

Receitas saudáveis para curtir na temporada mais fria do ano

Em julho, o nosso perfil do Instagram trouxe para os seguidores uma seleção de receitas de pratos especiais para o frio. Além de deliciosas, as sugestões são saudáveis e práticas de se preparar. 

 

Mês de luta contra uma doença silenciosa

O mês de julho tem uma cor especial e é dedicado a uma luta importante: em 2019, o governo brasileiro instituiu o Julho Amarelo, movimento para reforçar o combate contra as hepatites virais. O que se busca é envolver a população na prevenção e diagnóstico precoce da doença, caracterizada pela inflamação no fígado. Ela pode ser causada por vírus, por enfermidades autoimunes, metabólicas e genéticas e pelo uso de remédios, álcool e outras drogas.

 

 

É hora de parar de fumar

O perigo é real. Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo causou a morte de 100 milhões de pessoas no século 20.

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Evite o câncer de peito aberto


Outubro é o mês em que tradicionalmente a prevenção ao câncer de mama ganha destaque. Mas, como ressalta a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o cuidado deve ser constante e fazer parte da rotina de saúde da mulher, com autoexame, consultas ao médico especialista e realização anual da mamografia, a partir dos 40 anos.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), dentre os cânceres, o de mama é o tipo que mais acomete as mulheres brasileiras, após o de pele não melanoma: a estimativa é de 59.700 novos casos em 2018. Medidas preventivas – como adoção de alimentação saudável, prática de atividades físicas – e a realização da mamografia podem ajudar a mudar o cenário. Segundo a Dra. Regina Celi Serra Costa, mastologista e Superintendente Técnica da FUNDAFFEMG, a recomendação é que as mulheres façam a mamografia anualmente. “O exame é o método mais eficiente para identificar pequenas lesões, microcalcificações agrupadas irregulares, um dos sinais mais precoces de malignidade, ou nódulos menores que 1 centímetro, difíceis de palpar clinicamente”, esclarece. A médica reitera a importância, também, da avaliação clínica. “O mastologista realiza uma análise minuciosa e orienta a paciente. Isso é primordial para a detecção precoce da doença, o que aumenta as chances de cura.”


Sinais e sintomas

  • Nódulo (caroço) fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher.
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja.
  • Alterações no bico do peito (mamilo).
  • Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço.
  • Saída de líquido anormal das mamas.


Dra. Regina esclarece que os sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém eles podem estar relacionados a doenças benignas da mama. “A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença”, destaca.


OncoRede

Em 2017, a FUNDAFFEMG foi uma das 18 operadoras de saúde selecionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para participar do projeto OncoRede. O modelo pretende promover várias ações integradas para aprimorar a atenção oncológica no país.

Na FUNDAFFEMG, atividades de prevenção ao câncer foram realizadas por meio do programa. Uma delas é o projeto Doses de Cuidado, que busca monitorar os beneficiários que recebem medicamentos para tratar a doença, para entender como está o tratamento do paciente. Entre os aspectos observados estão: como está o recebimento do medicamento, se o paciente sente efeitos colaterais ou interação medicamentosa, se é necessário acompanhamento psicológico e se tem seguido o tratamento.

Outra iniciativa colocada em prática é a Campanha de Mamografia, voltada às beneficiárias que têm entre 40 e 70 anos e que não fizeram o exame clínico no período de dois anos. Há, também, as ações do Outubro Rosa e Novembro Azul, que estimulam a ida ao médico especialista. São realizadas, ainda, palestras educativas que incentivam o autocuidado.

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