FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Conte com a FUNDAFFEMG para viajar de férias com segurança

O mês de julho marca a temporada de férias escolares, período em que muitas famílias têm uma folga para viagens. É comum que o planejamento inclua escolher o destino ideal, reservar o hotel e o transporte, além de listar todas as atrações que merecem uma visita.

É possível viver bem com diabetes

Quando recebeu o diagnóstico de diabetes, Júnia Botelho Estrela e sua família tiveram medo. Afinal, estavam diante de uma doença popularmente conhecida por suas complicações. “No início foi desesperador, mas, com o tempo, entendi que é possível conviver com a diabetes”, lembra a servidora pública. Assim como Júnia, outros 16 milhões de brasileiros lidam diariamente com a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Saiba quais são e como evitar as doenças do inverno

O inverno começa em 21 de junho, mas, na prática, as frentes frias que derrubam as temperaturas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, já estão a todo vapor. Para se sentirem mais confortáveis nesse período, muitas pessoas abrem o armário em busca de um bom casaco, ao mesmo tempo em que fecham portas e janelas. O resultado? Maior incidência de algumas doenças.

Apoio para a escolha certa

Imagine contar com apoio necessário para fazer uma escolha profissional adequada. Adicione oportunidades de conversar sobre os temas que mais causam angústia, medo e ansiedade na juventude.

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Evite o câncer de peito aberto


Outubro é o mês em que tradicionalmente a prevenção ao câncer de mama ganha destaque. Mas, como ressalta a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o cuidado deve ser constante e fazer parte da rotina de saúde da mulher, com autoexame, consultas ao médico especialista e realização anual da mamografia, a partir dos 40 anos.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), dentre os cânceres, o de mama é o tipo que mais acomete as mulheres brasileiras, após o de pele não melanoma: a estimativa é de 59.700 novos casos em 2018. Medidas preventivas – como adoção de alimentação saudável, prática de atividades físicas – e a realização da mamografia podem ajudar a mudar o cenário. Segundo a Dra. Regina Celi Serra Costa, mastologista e Superintendente Técnica da FUNDAFFEMG, a recomendação é que as mulheres façam a mamografia anualmente. “O exame é o método mais eficiente para identificar pequenas lesões, microcalcificações agrupadas irregulares, um dos sinais mais precoces de malignidade, ou nódulos menores que 1 centímetro, difíceis de palpar clinicamente”, esclarece. A médica reitera a importância, também, da avaliação clínica. “O mastologista realiza uma análise minuciosa e orienta a paciente. Isso é primordial para a detecção precoce da doença, o que aumenta as chances de cura.”


Sinais e sintomas

  • Nódulo (caroço) fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher.
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja.
  • Alterações no bico do peito (mamilo).
  • Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço.
  • Saída de líquido anormal das mamas.


Dra. Regina esclarece que os sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém eles podem estar relacionados a doenças benignas da mama. “A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença”, destaca.


OncoRede

Em 2017, a FUNDAFFEMG foi uma das 18 operadoras de saúde selecionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para participar do projeto OncoRede. O modelo pretende promover várias ações integradas para aprimorar a atenção oncológica no país.

Na FUNDAFFEMG, atividades de prevenção ao câncer foram realizadas por meio do programa. Uma delas é o projeto Doses de Cuidado, que busca monitorar os beneficiários que recebem medicamentos para tratar a doença, para entender como está o tratamento do paciente. Entre os aspectos observados estão: como está o recebimento do medicamento, se o paciente sente efeitos colaterais ou interação medicamentosa, se é necessário acompanhamento psicológico e se tem seguido o tratamento.

Outra iniciativa colocada em prática é a Campanha de Mamografia, voltada às beneficiárias que têm entre 40 e 70 anos e que não fizeram o exame clínico no período de dois anos. Há, também, as ações do Outubro Rosa e Novembro Azul, que estimulam a ida ao médico especialista. São realizadas, ainda, palestras educativas que incentivam o autocuidado.

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