FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Sinal verde para a segurança no trânsito

A cada ano, acidentes de trânsito matam 1,25 milhão de pessoas em todo mundo, segundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU). Por isso, a ONU incluiu, em sua agenda para a prosperidade em 2030, um Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) voltado a reduzir pela metade, até 2020, a taxa de mortes dessa natureza. Infelizmente, o Brasil está longe de alcançar a meta.

 

Viver com saúde na terceira idade

Segundo a Dra. Dóris Diniz Nascimento, geriatra da FUNDAFFFEMG, a qualidade de vida na velhice é sustentada por quatro pilares: alimentação saudável, atividade física regular, equilíbrio emocional/mental e equilíbrio financeiro. “Se o idoso tem esses pilares bem estabelecidos, as limitações físicas comuns do envelhecimento vão ficando para mais tarde”, orienta. Para a especialista, as quatro frentes também são decisivas para proporcionar autonomia às pessoas com mais de 60 anos.

Vamos falar sobre meningite?

A cada caso de meningite noticiado na imprensa, um movimento costuma ser comum: correr para garantir a imunização das crianças. A preocupação é legítima. A doença é grave, demanda internação hospitalar para o tratamento e é mais comum entre os menores de 5 anos. Mas é preciso ter em mente que não há, atualmente, surto (aumento considerável em local específico) de meningite ou epidemia (ocorrência em várias regiões ao mesmo tempo) no Brasil.

Prato cheio de saúde

Qual é a fórmula da saúde? A resposta pode variar nos detalhes, mas sempre passa pela dupla: alimentação saudável e prática regular de exercícios físicos. Adotar esses hábitos pode parecer uma tarefa simples, apesar de muitos brasileiros ainda terem dificuldade em manter uma rotina que faça bem ao corpo e à mente. E é esse um dos fatores que contribuem para que 1 em cada 5 brasileiros moradores de capitais tenha obesidade, como revela uma pesquisa do Ministério da Saúde, realizada em 2017.

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Diagnóstico precoce é a melhor arma contra o câncer de próstata


O câncer de próstata é uma doença silenciosa e, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), há estimativa de 68.220 novos casos registrados no Brasil em 2018. É o tipo de câncer mais incidente nos homens, após o câncer de pele não melanoma, em todas as regiões do país. O desafio no combate à doença é garantir que o homem descubra o problema precocemente, o que aumenta as chances de cura, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Em entrevista, o urologista Dr. Lucas Nogueira, que atende no Centro de Promoção da Saúde (CPS) de Belo Horizonte, fala sobre a doença e repassa algumas orientações aos beneficiários. 

O que é e quais são os sintomas do câncer de próstata?

A doença ocorre quando as células prostáticas sofrem modificações moleculares e se multiplicam descontroladamente. Ela é silenciosa nas fases iniciais, porque se desenvolve lentamente. À medida que cresce, pode causar diminuição do jato urinário, gotejamento após a micção, micção em dois tempos, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga ou retenção urinária. O homem também pode constatar o aumento da frequência urinária, principalmente à noite, além da urgência e incontinência.

Como o câncer de próstata evolui?
A doença pode crescer afetando a bexiga, ureteres ou reto, o que pode causar dor pélvica, inchaço escrotal, sangue na urina ou dor lombar. Na maioria dos casos, evolui para os ossos, principalmente os da coluna, quadril e costelas. Por isso, o homem deve observar a dor localizada nessas áreas. Pacientes com quadros mais avançados também podem ter anemia, sentir fraqueza, além de falta de energia e apetite. Mas a presença desses sintomas pode estar relacionada a outras causas.

Quais são os fatores de risco da doença?
A doença pode acometer qualquer homem. O risco aumenta quanto mais idoso for o paciente. No entanto, dois grupos devem ter atenção especial: aqueles com histórico familiar da doença em parentes de primeiro grau e os indivíduos negros. A ciência ainda não possui evidências sólidas que confirmem a relação da doença a outros fatores, como comportamento sexual, dietas ricas em gorduras animais e obesidade.

Quais exames são necessários?
Por ser silenciosa e evoluir com o tempo, a comunidade médica sugere que todos os homens a partir dos 50 anos passem por avaliação anual com o urologista. Durante essa consulta, o especialista fará o toque retal e solicitará o exame sanguíneo PSA. Os pacientes que estiverem em algum dos grupos de risco citados anteriormente devem iniciar esse controle anual aos 45 anos, como recomenda a SBU.

Fiz o exame e descobri que estou com câncer de próstata? E agora?
A definição do melhor tratamento depende do estágio da doença, além da idade e das condições clínicas do paciente. Em fases iniciais e localmente avançadas, ela pode ser tratada com vigilância ativa, cirurgia para retirada da próstata e radioterapia. Já os casos avançados são tratados com intenção paliativa, podendo-se optar por terapia de ablação hormonal ou quimioterapia, associadas ou não a medicações para proteção óssea.

Posso tomar alguma atitude ou mudar algum hábito para prevenir a doença?
Infelizmente, o câncer de próstata não é uma doença passível de prevenção. Os homens devem seguir as recomendações médicas e adotar as medidas que visam ao diagnóstico precoce, em estágios iniciais, o que aumenta muito as chances de cura.
 

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