FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Quando o excesso se torna um transtorno

Em que ponto comprar demais, comer muito ou jogar videogame em excesso pode se tornar um problema? Todo cuidado é pouco quando se trata de prevenir um comportamento que pode trazer graves prejuízos à saúde: a compulsão.

Cuidado com o peso das mochilas escolares

A cada ano que passa, aumenta o peso que crianças e adolescentes carregam, literalmente. À medida que as disciplinas escolares se diversificam, cresce a quantidade de objetos na mochila, assim como as responsabilidades. Cadernos, livros, lanche e outros materiais escolares, que devem ser levados todos os dias, acabam por representar um risco à saúde dos estudantes. O motivo? A carga que ombros, braços e costas precisam suportar.

Preparação para a chegada do bebê

Em junho de 2019, a vida da assistente social Karina Siqueira mudou completamente. O motivo da transformação tem um nome: Bernardo. O recém-nascido chegou ao mundo de forma planejada e com muita saúde. Para a mãe de primeira viagem, foi importante ter o apoio familiar e médico durante a gravidez, que lhe deu segurança e tranquilidade. “Foi fundamental contar com a assistência da FUNDAFFEMG durante todo o pré-natal”, diz.

O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico-hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

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Dengue, zika e chikungunya: saiba suas diferenças e como evitar as doenças


Verão é sinônimo de altas temperaturas e grande volume de chuvas, ideais para a proliferação do mosquito urbano que quase todo brasileiro conhece: o Aedes aegypti, causador da dengue, zika e chikungunya. De forma geral, as doenças provocam febre, dores de cabeça e nas articulações, além de enjoo e manchas pelo corpo. Mas há diferenças importantes que influenciam no tratamento de cada uma.

De acordo com o Dr. Estevão Urbano Silva, presidente da Sociedade Mineira de Infectologia e infectologista do Hospital Madre Teresa, os sintomas mais debilitantes costumam aparecer em casos de dengue, enquanto os mais leves estão relacionados à zika. “A febre costuma ser mais alta em casos de dengue. A zika, por sua vez, resulta em um número maior de pacientes com coceira na pele e conjuntivite. E os sintomas articulares são mais comuns na chikungunya”, explica.

As doenças, no entanto, apresentam perigos específicos quando diagnosticadas em suas formas mais graves. A dengue hemorrágica, por exemplo, causa desidratação e hemorragias severas, que podem levar à morte. No caso da zika, o grande risco é que mulheres grávidas transmitam a doença a seus filhos, o que pode resultar em microcefalia nos bebês. Já a chikungunya pode levar ao desenvolvimento de artrite. “Em todos os casos, é essencial que as pessoas evitem a automedicação, que pode aumentar o risco de sangramentos. O paciente deve procurar ajuda médica, seguir a orientação de especialistas e reforçar a hidratação”, orienta o Dr. Estevão.

 

 

Tratamento e prevenção

Ainda não existe vacina antiviral capaz de matar os vírus e levar à remissão das doenças. Por isso, o tratamento busca eliminar os sintomas, por meio de remédios para dor e febre. Caso o paciente apresente sangramentos, a transfusão sanguínea também é indicada. Além disso, hidratação e alimentação saudável durante a convalescença são essenciais para garantir a cura.

Mas o passo mais importante é combater o transmissor das doenças, o mosquito Aedes aegypti. Para isso, é necessário checar regularmente, em casa, se há focos de água limpa e parada em pratos de vasos de plantas e garrafas e se a caixa-d’água está devidamente fechada. Só assim é possível evitar a reprodução do mosquito.

Essa estratégia simples tem feito a diferença. Segundo o Ministério da Saúde, os casos de dengue no Brasil, quando comparados aos do mesmo período do ano anterior, diminuíram 39% em fevereiro de 2018. “Há, ainda, medidas acessórias, como uso de repelentes, principalmente por mulheres grávidas, instalação de telas em janelas e mosquiteiros em berços e camas. Mas o principal é reduzir o foco de reprodução do mosquito”, completa o infectologista.

 

DENGUE

  • Principais sintomas: Febre, dores no corpo, manchas vermelhas na pele
  • Sintoma predominante: Febre alta
  • Principal risco: Dengue hemorrágica, que pode causar desidratação e hemorragia severas.

 

ZIKA

  • Principais sintomas: Febre, dores no corpo, manchas vermelhas na pele.
  • Sintoma predominante: Coceira na pele e olhos com conjuntivite.
  • PRINCIPAL RISCO: Microcefalia em bebês infectados pelo vírus durante a gestação
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CHIKUNGUNYA

  • Principais sintomas: Febre, dores no corpo, manchas vermelhas na pele
  • Sintoma predominante: Dores nas articulações
  • Principal risco: Inflamações nas articulações, que passam a ser um problema crônico.

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