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Gripe 2019: Vacine-se antes do inverno

O outono já começou e, no período, cresce a incidência de gripes ocasionadas pelo vírus influenza. Como ele sofre mutações, a vacina contra a doença precisa ser atualizada  anualmente, a fim de combater, de forma efetiva, todas as variedades sazonais do microrganismo.

Mamografia: exame que salva vidas

A mulher conta com um aliado na luta contra o câncer de mama. Trata-se do exame, que, dada a sua importância, possui até um dia dedicado a ele: o Dia Nacional da Mamografia, lembrado em 5 de fevereiro. A data foi instituída em 2008 no Brasil para sensibilizar a população sobre o tema. E o alerta é necessário: a cobertura mamográ­fica no país está longe de alcançar os patamares indicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A recomendação é que ao menos 70% das mulheres entre 50 e 69 anos realizem periodicamente o exame. Mas, em 2017, apenas 24,1% da população feminina nessa faixa etária fez a mamogra­fia – o pior índice nos últimos cinco anos.

A luta das mulheres está só começando

 

Ser mulher ainda é um desa­fio no Brasil e no mundo. É por isso que a data dedicada a elas, o Dia da Mulher (8 de março), tem se tornado um momento para comemorar avanços, mas também para colocar em pauta os desafios relacionados ao gênero.

Dengue, zika e chikungunya: saiba suas diferenças e como evitar as doenças

Verão é sinônimo de altas temperaturas e grande volume de chuvas, ideais para a proliferação do mosquito urbano que quase todo brasileiro conhece: o Aedes aegypti, causador da dengue, zika e chikungunya. De forma geral, as doenças provocam febre, dores de cabeça e nas articulações, além de enjoo e manchas pelo corpo. Mas há diferenças importantes que influenciam no tratamento de cada uma.

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Mamografia: exame que salva vidas


A mulher conta com um aliado na luta contra o câncer de mama. Trata-se do exame, que, dada a sua importância, possui até um dia dedicado a ele: o Dia Nacional da Mamografia, lembrado em 5 de fevereiro. A data foi instituída em 2008 no Brasil para sensibilizar a população sobre o tema. E o alerta é necessário: a cobertura mamográ­fica no país está longe de alcançar os patamares indicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A recomendação é que ao menos 70% das mulheres entre 50 e 69 anos realizem periodicamente o exame. Mas, em 2017, apenas 24,1% da população feminina nessa faixa etária fez a mamogra­fia – o pior índice nos últimos cinco anos.

Apesar de não ser priorizada pela população brasileira, a mamogra­fia é poderosa. Segundo a mastologista, ginecologista e obstetra da FUNDAFFEMG Lícia de Matos, o exame pode contribuir para o diagnóstico do câncer de mama em fases iniciais, diminuindo a taxa de mortalidade pela doença. “Esse controle deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos, quando a mulher deve se consultar todos os anos com um especialista, que também fará exame físico e conversará sobre o histórico familiar”, explica. Essa recomendação segue o entendimento da Sociedade Brasileira de Mastologia, do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.

 

Perigo identificado

Foi por meio da mamografia que Sueli de Fátima Ferreira descobriu uma alteração na mama direita, aos 62 anos. “Sempre ­fiz o acompanhamento anual. O tumor detectado era pequeno, quase não dava para ver e muito menos para sentir por meio da palpação. Além da cirurgia, fiz ­sessões de radioterapia e hoje realizo o controle com minha médica. Depois dessa experiência, dei ainda mais valor para a mamografia”, comenta.

Assim como Sueli, são muitas as mulheres que descobriram o câncer em estágio inicial com o exame. Um estudo sueco de 2018 revela, por exemplo, que a taxa de mortalidade por câncer de mama entre as mulheres que fazem a mamogra­fia é 60% menor do que o índice entre as que não a realizam. A pesquisa analisou informações relativas a um período de dez anos após o diagnóstico do câncer, e o resultado foi um ponto a favor da prevenção.

 

Ação Mamografia

A FUNDAFFEMG apoia a prevenção do câncer de mama e, por isso, desenvolve o projeto Ação Mamogra­fia. A iniciativa busca identificar pacientes com mais de 40 anos que não realizaram o exame com a regularidade necessária e incentivá-las a se consultarem com especialista. Se você faz parte desse grupo e quer saber mais sobre o assunto, marque consulta com seu mastologista/ginecologista de confiança ou ligue para (31) 2103 -5858 para receber orientações.

 

Exame em análise

·         O que é: exame de raio-x para rastrear as mamas.

·         Benefícios: pode detectar sinais de câncer de mama em estágios iniciais, aumentando as chances de cura e possibilitando tratamentos menos agressivos.

·         Quem deve fazer: mulheres com mais de 40 anos, anualmente.

·         Como se preparar: evite marcar o exame durante o período menstrual, devido à mama mais dolorida. Caso já tenha feito a mamogra­fia em outras oportunidades, leve os resultados anteriores.

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