FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Conte com a FUNDAFFEMG para viajar de férias com segurança

O mês de julho marca a temporada de férias escolares, período em que muitas famílias têm uma folga para viagens. É comum que o planejamento inclua escolher o destino ideal, reservar o hotel e o transporte, além de listar todas as atrações que merecem uma visita.

É possível viver bem com diabetes

Quando recebeu o diagnóstico de diabetes, Júnia Botelho Estrela e sua família tiveram medo. Afinal, estavam diante de uma doença popularmente conhecida por suas complicações. “No início foi desesperador, mas, com o tempo, entendi que é possível conviver com a diabetes”, lembra a servidora pública. Assim como Júnia, outros 16 milhões de brasileiros lidam diariamente com a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Saiba quais são e como evitar as doenças do inverno

O inverno começa em 21 de junho, mas, na prática, as frentes frias que derrubam as temperaturas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, já estão a todo vapor. Para se sentirem mais confortáveis nesse período, muitas pessoas abrem o armário em busca de um bom casaco, ao mesmo tempo em que fecham portas e janelas. O resultado? Maior incidência de algumas doenças.

Apoio para a escolha certa

Imagine contar com apoio necessário para fazer uma escolha profissional adequada. Adicione oportunidades de conversar sobre os temas que mais causam angústia, medo e ansiedade na juventude.

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Viver com saúde na terceira idade


Segundo a Dra. Dóris Diniz Nascimento, geriatra da FUNDAFFFEMG, a qualidade de vida na velhice é sustentada por quatro pilares: alimentação saudável, atividade física regular, equilíbrio emocional/mental e equilíbrio financeiro. “Se o idoso tem esses pilares bem estabelecidos, as limitações físicas comuns do envelhecimento vão ficando para mais tarde”, orienta. Para a especialista, as quatro frentes também são decisivas para proporcionar autonomia às pessoas com mais de 60 anos.

Importância da família
A auditora fiscal Jussara Elias Gualberto se orgulha até os dias de hoje da vitalidade da mãe, Ivone Pinto Gualberto, falecida em 2008, por complicações da doença de Parkinson. Diagnosticada 22 anos antes, Ivone foi exemplo de como os pilares apontados pela Dra. Dóris são essenciais para a longevidade. “Mamãe foi atleta, campeã brasileira de vôlei pelo Minas Tênis Clube e campeã de tênis em competições regionais.

Ela se alimentava bem, gostava de estar bem arrumada e era ótima pintora. Por causa da doença, foi internada por diversas vezes, mas nunca perdeu o bom humor”, lembra. Ivone teve acompanhamento de equipe multidisciplinar, como neurologista, nutricionista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional.

Mas foi essencial o apoio da família. “Somos três filhos e estivemos sempre junto dela, nos envolvendo e percebendo cada necessidade”, conta Jussara. Em meio ao tratamento, Ivone ressignificou sua relação com a arte. Logo que a doença foi diagnosticada, ela perdeu a capacidade de pintar em seu estilo característico, de traços fiéis à realidade, e deixou o ofício. Por pouco tempo. “A terapeuta resgatou esse lado da mamãe aos poucos, e ela gostou do novo estilo de desenho”, recorda a auditora. O resultado foram diversos quadros florais, que retratam sua alegria pela vida.

 

Idoso com deficiência

Quando o assunto é o envelhecimento de pessoas com deficiência, a atenção familiar é ainda mais decisiva. Judith Monteiro é voluntária da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Belo Horizonte e enfatiza a pertinência de que irmãos, primos e outros parentes próximos também se envolvam no cuidado.“ É essencial que a família como um todo aceite o paciente e cuide dele. Porque, quando os pais morrem, os cuidadores passam a ser os parentes próximos”, explica.

No caso da pessoa com deficiência, a atenção é importante por uma série de fatores, entre eles o início precoce do processo de envelhecimento e a possibilidade do  desenvolvimento de transtornos mentais. “A família tem que trabalhar unida para  garantir a inclusão da pessoa na sociedade, tornar sua vida o mais funcional possível e proporcionar todos os cuidados especiais que ela merece”, conclui.

 

Conflito de gerações

Dra. Dóris alerta que muitos pacientes idosos podem procurar nos filhos e demais parentes uma formação familiar semelhante à sua época da juventude, o que pode levar a um conflito de gerações. “A família dos dias de hoje é diferente daquela de 50, 60 anos atrás. Às vezes, o idoso tem apoio familiar, mas não da forma como gostaria. Isso acontece porque as pessoas estão vivendo em outro ritmo, e o paciente fica muito sozinho. É por isso que é essencial haver equilíbrio emocional e financeiro para que o idoso consiga estar próximo dessa evolução e combata a solidão”, comenta.

Para a especialista, também é importante o respeito pelas diferenças na terceira idade. “Outro aspecto muito importante, em todas as fases da vida, é o autoconhecimento, entender como a própria ação influencia a atitude do outro. Quando essas questões se resolvem efetivamente, o caminho tende a ser mais feliz”, completa.

 

Apoio da FUNDAFFEMG

A fim de contribuir para a qualidade de vida de seus beneficiários, a FUNDAFFEMG possui uma série de programas voltados à prevenção de doenças e promoção da saúde dos idosos. As iniciativas buscam oferecer um atendimento que dialoga com as questões e desafios da terceira idade, além de abarcar, de maneira multidisciplinar, todo o cuidado necessário.

Confira quais são:

  • Programa Doce Vinda: voltado ao tratamento da diabetes.

  • Grupo de apoio à boa medida (GABOM): destinado ao controle de peso e adoção de hábitos saudáveis.

  • Grupo Ativação e Condicionamento Físico: estimula a atividade física regular.

  • Grupo de apoio à cessação do tabagismo (Grupo Bons Ares): reúne pacientes interessados em parar de fumar.

  • Programa Rememorar: estímulo à memória e bem-estar social dos idosos.

  • Programa Cuidar: Direcionado para idosos fragilizados.

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