FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Quando o excesso se torna um transtorno

Em que ponto comprar demais, comer muito ou jogar videogame em excesso pode se tornar um problema? Todo cuidado é pouco quando se trata de prevenir um comportamento que pode trazer graves prejuízos à saúde: a compulsão.

Cuidado com o peso das mochilas escolares

A cada ano que passa, aumenta o peso que crianças e adolescentes carregam, literalmente. À medida que as disciplinas escolares se diversificam, cresce a quantidade de objetos na mochila, assim como as responsabilidades. Cadernos, livros, lanche e outros materiais escolares, que devem ser levados todos os dias, acabam por representar um risco à saúde dos estudantes. O motivo? A carga que ombros, braços e costas precisam suportar.

Preparação para a chegada do bebê

Em junho de 2019, a vida da assistente social Karina Siqueira mudou completamente. O motivo da transformação tem um nome: Bernardo. O recém-nascido chegou ao mundo de forma planejada e com muita saúde. Para a mãe de primeira viagem, foi importante ter o apoio familiar e médico durante a gravidez, que lhe deu segurança e tranquilidade. “Foi fundamental contar com a assistência da FUNDAFFEMG durante todo o pré-natal”, diz.

O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico-hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

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Sinal verde para a segurança no trânsito


A cada ano, acidentes de trânsito matam 1,25 milhão de pessoas em todo mundo, segundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU). Por isso, a ONU incluiu, em sua agenda para a prosperidade em 2030, um Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) voltado a reduzir pela metade, até 2020, a taxa de mortes dessa natureza. Infelizmente, o Brasil está longe de alcançar a meta.

 

Em 2016, o Ministério da Saúde registrou cerca de 37 mil mortes no trânsito, número superior ao limite de 19 mil fatalidades preconizado pela ONU. A estatística

responde, ainda, por 60% do índice de ocupação em leitos do Sistema Único de Saúde (SUS). Informações como essas têm mobilizado poder público e sociedade civil durante o Maio Amarelo, dedicado ao tema. A data é ideal para reforçar orientações básicas, mas também para relembrar como é importante adotar um comportamento seguro antes de ocupar a poltrona do motorista.

 

Prevenção ao volante

Para o clínico geral e cardiologista da FUNDAFFEMG Alfredo Pazzini Neto, todas as pessoas que dirigem precisam estar atentas à própria saúde e avaliar  constantemente se estão em condições físicas e emocionais para conduzir um veículo. “Por exemplo, se o condutor quer chegar logo ao destino em uma viagem, pode reduzir os momentos de pausa, ocasionando fadiga, sonolência e reflexos retardados. Tudo isso aumenta o risco de acidente”, observa. Por isso, uma rápida parada em intervalos de 2 a 3 horas é uma atitude preventiva simples.

O condutor também deve estar atento ao uso de medicamentos que podem causar sonolência ou retardamento dos reflexos, como anticonvulsivantes, antidepressivos, ansiolíticos e alguns antialérgicos. “O cuidado deve ser ainda maior se a pessoa está iniciando o uso do medicamento, período em que os efeitos podem ser ainda mais expressivos”, orienta Dr. Alfredo.

Outra orientação preventiva diz respeito à saúde emocional. “Um condutor   estressado tem seu julgamento alterado, a atenção dividida entre o trânsito e seus problemas emocionais”, alerta o especialista. Por isso, é importante avaliar se as situações cotidianas estão lhe afetando mais do que o normal e procurar apoio médico quando necessário.

 

Quando pedir apoio médico?

Todo motorista deve ter atenção especial à qualidade da própria visão e audição. Anualmente, ele deve se submeter a exame de acuidade visual. Já o teste de acuidade auditiva deve ser feito se o condutor apresentar alguma queixa, como zumbido, ou for registrada situação anormal no exame periódico do Departamento de Trânsito (Detran).

Ao volante, o motorista deve parar o carro e solicitar apoio médico caso note a ocorrência de qualquer sintoma relevante, como alterações visuais, falta de ar, dores no peito ou palpitações. “Também é importante que o cidadão evite dirigir quando não estiver se sentindo bem ou vivenciar situações em que não se julga capaz de conduzir em segurança”, completa Dr. Alfredo.

 

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