FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Conte com a FUNDAFFEMG para viajar de férias com segurança

O mês de julho marca a temporada de férias escolares, período em que muitas famílias têm uma folga para viagens. É comum que o planejamento inclua escolher o destino ideal, reservar o hotel e o transporte, além de listar todas as atrações que merecem uma visita.

É possível viver bem com diabetes

Quando recebeu o diagnóstico de diabetes, Júnia Botelho Estrela e sua família tiveram medo. Afinal, estavam diante de uma doença popularmente conhecida por suas complicações. “No início foi desesperador, mas, com o tempo, entendi que é possível conviver com a diabetes”, lembra a servidora pública. Assim como Júnia, outros 16 milhões de brasileiros lidam diariamente com a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Saiba quais são e como evitar as doenças do inverno

O inverno começa em 21 de junho, mas, na prática, as frentes frias que derrubam as temperaturas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, já estão a todo vapor. Para se sentirem mais confortáveis nesse período, muitas pessoas abrem o armário em busca de um bom casaco, ao mesmo tempo em que fecham portas e janelas. O resultado? Maior incidência de algumas doenças.

Apoio para a escolha certa

Imagine contar com apoio necessário para fazer uma escolha profissional adequada. Adicione oportunidades de conversar sobre os temas que mais causam angústia, medo e ansiedade na juventude.

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Sinal verde para a segurança no trânsito


A cada ano, acidentes de trânsito matam 1,25 milhão de pessoas em todo mundo, segundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU). Por isso, a ONU incluiu, em sua agenda para a prosperidade em 2030, um Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) voltado a reduzir pela metade, até 2020, a taxa de mortes dessa natureza. Infelizmente, o Brasil está longe de alcançar a meta.

 

Em 2016, o Ministério da Saúde registrou cerca de 37 mil mortes no trânsito, número superior ao limite de 19 mil fatalidades preconizado pela ONU. A estatística

responde, ainda, por 60% do índice de ocupação em leitos do Sistema Único de Saúde (SUS). Informações como essas têm mobilizado poder público e sociedade civil durante o Maio Amarelo, dedicado ao tema. A data é ideal para reforçar orientações básicas, mas também para relembrar como é importante adotar um comportamento seguro antes de ocupar a poltrona do motorista.

 

Prevenção ao volante

Para o clínico geral e cardiologista da FUNDAFFEMG Alfredo Pazzini Neto, todas as pessoas que dirigem precisam estar atentas à própria saúde e avaliar  constantemente se estão em condições físicas e emocionais para conduzir um veículo. “Por exemplo, se o condutor quer chegar logo ao destino em uma viagem, pode reduzir os momentos de pausa, ocasionando fadiga, sonolência e reflexos retardados. Tudo isso aumenta o risco de acidente”, observa. Por isso, uma rápida parada em intervalos de 2 a 3 horas é uma atitude preventiva simples.

O condutor também deve estar atento ao uso de medicamentos que podem causar sonolência ou retardamento dos reflexos, como anticonvulsivantes, antidepressivos, ansiolíticos e alguns antialérgicos. “O cuidado deve ser ainda maior se a pessoa está iniciando o uso do medicamento, período em que os efeitos podem ser ainda mais expressivos”, orienta Dr. Alfredo.

Outra orientação preventiva diz respeito à saúde emocional. “Um condutor   estressado tem seu julgamento alterado, a atenção dividida entre o trânsito e seus problemas emocionais”, alerta o especialista. Por isso, é importante avaliar se as situações cotidianas estão lhe afetando mais do que o normal e procurar apoio médico quando necessário.

 

Quando pedir apoio médico?

Todo motorista deve ter atenção especial à qualidade da própria visão e audição. Anualmente, ele deve se submeter a exame de acuidade visual. Já o teste de acuidade auditiva deve ser feito se o condutor apresentar alguma queixa, como zumbido, ou for registrada situação anormal no exame periódico do Departamento de Trânsito (Detran).

Ao volante, o motorista deve parar o carro e solicitar apoio médico caso note a ocorrência de qualquer sintoma relevante, como alterações visuais, falta de ar, dores no peito ou palpitações. “Também é importante que o cidadão evite dirigir quando não estiver se sentindo bem ou vivenciar situações em que não se julga capaz de conduzir em segurança”, completa Dr. Alfredo.

 

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