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Conte com a FUNDAFFEMG para viajar de férias com segurança

O mês de julho marca a temporada de férias escolares, período em que muitas famílias têm uma folga para viagens. É comum que o planejamento inclua escolher o destino ideal, reservar o hotel e o transporte, além de listar todas as atrações que merecem uma visita.

É possível viver bem com diabetes

Quando recebeu o diagnóstico de diabetes, Júnia Botelho Estrela e sua família tiveram medo. Afinal, estavam diante de uma doença popularmente conhecida por suas complicações. “No início foi desesperador, mas, com o tempo, entendi que é possível conviver com a diabetes”, lembra a servidora pública. Assim como Júnia, outros 16 milhões de brasileiros lidam diariamente com a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Saiba quais são e como evitar as doenças do inverno

O inverno começa em 21 de junho, mas, na prática, as frentes frias que derrubam as temperaturas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, já estão a todo vapor. Para se sentirem mais confortáveis nesse período, muitas pessoas abrem o armário em busca de um bom casaco, ao mesmo tempo em que fecham portas e janelas. O resultado? Maior incidência de algumas doenças.

Apoio para a escolha certa

Imagine contar com apoio necessário para fazer uma escolha profissional adequada. Adicione oportunidades de conversar sobre os temas que mais causam angústia, medo e ansiedade na juventude.

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Apoio para a escolha certa


Imagine contar com apoio necessário para fazer uma escolha profissional adequada. Adicione oportunidades de conversar sobre os temas que mais causam angústia, medo e ansiedade na juventude.

Acrescente rodas de conversa descontraídas e envolvimento dos pais. Assim se desenrolaram as atividades da Oficina do Futuro, concluídas em maio. Voltado para adolescentes beneficiários, o programa teve um formato diferente neste ano: além de participar de atividades coletivas, os jovens tiveram acesso a consultas individuais, durante um mês e meio, com a psicóloga Delba Barros e o hebiatra Paulo Cesar Pinho Ribeiro. Entre os temas abordados nesses encontros se destacaram a escolha profissional, a ansiedade para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a preocupação com o uso excessivo de internet e a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

 

Enem

Para Delba Barros, a Oficina do Futuro mostrou aos jovens o grau de complexidade das escolhas que eles deverão fazer. Para isso, a abordagem da profissional envolveu três eixos principais: promoção do autoconhecimento, estímulo à busca de informações sobre possibilidades profissionais e integração entre essas duas frentes, de maneira a contribuir para uma decisão mais consciente.

“Fiquei impressionada com o grupo, que era formado por jovens com valores bem estabelecidos e que se preocupam em ter uma ocupação que gere retorno social positivo. O envolvimento dos pais também foi um diferencial”, avalia.

Já a abordagem médica teve como tema recorrente as implicações desse momento de transição na saúde física e mental. “A prova do Enem traz consigo uma série de sentimentos, como insegurança, depressão, desânimo, desmotivação e autocobrança. Por isso, as consultas foram importantes para tratar cada questão individualmente”, explica o hebiatra.

A adolescente Gabriela Moreira contou com todo apoio da Oficina do Futuro, que a ajudou a concretizar sua decisão pelo curso de medicina. “Foi uma boa experiência, tanto com a Delba quanto com o Dr. Paulo. Eles trataram de temas importantes para nós e aplicaram testes interessantes”, diz.

Outro tema trazido pelos participantes se relacionou ao tempo gasto na internet. Para conversar sobre dependência digital, o hebiatra fez um teste coletivo para saber se algum dos adolescentes apresentava algum sintoma de vício em relação ao uso da rede. “Foi interessante ver como a maioria dos integrantes do grupo consegue equilibrar a vida digital com as demais atividades cotidianas”, comenta. Nos casos que se mostraram necessários, os adolescentes que participaram do programa também fizeram exames médicos de rotina.

 

Do que o jovem precisa para ter uma boa escolha profissional?

• Autoconhecimento: o adolescente deve refletir sobre quais características o definem, o que quer e como quer que sua vida seja.

• Autocuidado: é essencial a atenção constante à saúde física e mental, para que sinais de risco sejam identificados a tempo.

• Apoio: o jovem deve saber que, caso tenha qualquer problema, pode contar com a família e os amigos e profissionais de saúde especializados.

Fonte: psicóloga Delba Barros e hebiatra Paulo Cesar Pinho Ribeiro

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