FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Quando o excesso se torna um transtorno

Em que ponto comprar demais, comer muito ou jogar videogame em excesso pode se tornar um problema? Todo cuidado é pouco quando se trata de prevenir um comportamento que pode trazer graves prejuízos à saúde: a compulsão.

Cuidado com o peso das mochilas escolares

A cada ano que passa, aumenta o peso que crianças e adolescentes carregam, literalmente. À medida que as disciplinas escolares se diversificam, cresce a quantidade de objetos na mochila, assim como as responsabilidades. Cadernos, livros, lanche e outros materiais escolares, que devem ser levados todos os dias, acabam por representar um risco à saúde dos estudantes. O motivo? A carga que ombros, braços e costas precisam suportar.

Preparação para a chegada do bebê

Em junho de 2019, a vida da assistente social Karina Siqueira mudou completamente. O motivo da transformação tem um nome: Bernardo. O recém-nascido chegou ao mundo de forma planejada e com muita saúde. Para a mãe de primeira viagem, foi importante ter o apoio familiar e médico durante a gravidez, que lhe deu segurança e tranquilidade. “Foi fundamental contar com a assistência da FUNDAFFEMG durante todo o pré-natal”, diz.

O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico-hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

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É possível viver bem com diabetes


Quando recebeu o diagnóstico de diabetes, Júnia Botelho Estrela e sua família tiveram medo. Afinal, estavam diante de uma doença popularmente conhecida por suas complicações. “No início foi desesperador, mas, com o tempo, entendi que é possível conviver com a diabetes”, lembra a servidora pública. Assim como Júnia, outros 16 milhões de brasileiros lidam diariamente com a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Seguindo uma tendência mundial, o número de diabéticos só cresce no Brasil. De 2006 a 2016, o Ministério da Saúde registrou um aumento de 61,8% dos casos. Trata-se, portanto, de uma epidemia. Não à toa, há duas datas no calendário do Ministério da Saúde destinadas ao combate à doença: 27 de junho, Dia Internacional do Diabético, e 14 de novembro, Dia Mundial da Diabetes.

 

Tipos mais comuns

A endocrinologista Marina Mendes explica que a diabetes pode ser ocasionada por fatores distintos e se apresentar de formas diferentes, sendo mais comuns os tipos 1 e 2. “Apesar de existirem mais de 20 tipos de diabetes, vários deles muito específicos, são esses os mais frequentes”, comenta.

De modo geral, ter diabetes significa ter altos índices de açúcar no sangue. O tipo 1 é caracterizado pela reação autoimune do corpo, que afeta a produção natural de insulina no pâncreas. Sem níveis suficientes desse hormônio, o sangue apresenta altos índices glicêmicos. Já o tipo 2 ocorre quando o organismo passa a não usar a insulina que produz ou a não produzi-la em quantidades adequadas, por influência de fatores genéticos ou do estilo de vida.

Para a endocrinologista Thais Libero, sedentarismo e má alimentação podem ser decisivos para o diagnóstico do tipo 2. “Esse é o mais comum e pode ser reflexo de maus hábitos em longo prazo. Quando aliada à pressão alta ou ao colesterol elevado, é ainda mais preocupante”, alerta.

 

Doce Vinda: nosso apoio para beneficiários com diabetes

Assim como a Júnia, muitos pacientes que procuram apoio médico se preocupam com as complicações da diabetes, já que a falta de tratamento pode causar doenças renais, problemas de circulação e de visão. A endocrinologista Marina Mendes recomenda combinar quatro fatores: alimentação saudável, atividade física regular, uso de medicamentos e cuidado com a saúde mental. São esses os pilares que sustentam o programa Doce Vinda, da FUNDAFFEMG. “Buscamos oferecer apoio ao paciente, porque o tratamento exige disciplina. Como a diabetes é silenciosa, não dói, um fator de risco é o abandono do cuidado”, orienta.

Quem participa da iniciativa conta com acompanhamento periódico e multidisciplinar. “Em casos mais graves, o tratamento é iniciado com a insulina. O paciente recebe todo o apoio para aprender a aplicar a injeção e monitorar os níveis de açúcar no sangue. Caso adote hábitos saudáveis, a melhora é garantida”, reforça Thais Libero.

Foi assim com Júnia. Diagnosticada com o tipo 2, ela mudou completamente o estilo de vida. Passou a fazer acompanhamento nutricional, a se exercitar regularmente e a trocar experiências com outros beneficiários. O resultado? Perdeu 14 kg e passou a controlar a glicose apenas com medicamentos, sem mais injeções. “Quem tem diabetes não pode desistir. Com conhecimento e apoio, é possível viver bem”, completa.

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