FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Alcoolismo: é preciso ajudar quem sofre dessa doença

Em novembro, inicia-se o período de festas de fim de ano, com muitas celebrações. São momentos para confraternizar, em que são servidas comidas especiais e, também, bebidas. E isso abre oportunidade para uma advertência: até que ponto o consumo de álcool pode ser considerado “social”? Quando ele se torna um problema? Para ter mais informações sobre o tema, con­fira a entrevista com o Dr. Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).

 Utilize seu plano de maneira consciente

Isso contribui para o equilíbrio das contas com reflexo na redução de sua mensalidade. Com a adoção de simples hábitos, você e sua família podem contribuir, e muito, para a redução dos custos assistenciais do FUNDAFFEMG-Saúde. 

Saúde na adolescência

A maioria dos adultos torce o nariz ou suspira profundamente ao se referir à adolescência. Afinal, é um desa­fio garantir uma relação sadia com pessoas que passam por esse período de grande instabilidade, descobrimento e mudanças. Quem tem um ­filho ou parente vivendo esse momento sabe bem do que estamos falando.

Síndrome de burnout: silenciosa e progressiva

A síndrome de burnout tem sido bastante discutida nos últimos tempos, especialmente desde que a 72ª Assembleia Mundial da Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou a sua inclusão na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), prevista para 2022.

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É hora de parar de fumar


O perigo é real. Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo causou a morte de 100 milhões de pessoas no século 20.

Apesar de o percentual de fumantes ter diminuído no Brasil, o tabagismo ainda é uma questão de saúde pública, pelas inúmeras doenças que pode causar e o risco de morte que carrega consigo. “Muitas delas têm menos gravidade, como halitose, gengivite, gastrite e infecção respiratória. Mas outras podem ser fatais, como o derrame cerebral, o infarto agudo do miocárdio e vários cânceres, incluindo o de pulmão, que mata 75% dos pacientes”, alerta o pneumologista da FUNDAFFE MG Márcio Guimarães. Além de todos esses problemas, o vício pode aumentar o risco de morte súbita ou deixar sequelas permanentes.

A situação pode ser agravada se o fumante combina o vício com outros hábitos. “Quando associado ao alcoolismo, por exemplo, o tabagismo aumenta o risco de câncer de boca e garganta”, acrescenta Dr. Márcio. O infarto do miocárdio e a doença coronariana (quando os principais vasos sanguíneos do coração são obstruídos) também podem ocorrer com mais frequência em fumantes obesos, sedentários, acometidos por estresse ou que possuem altos níveis de colesterol e gorduras no sangue.

 

Apoio para largar o vício

Normalmente, os sintomas que levam o paciente ao consultório médico são outros, embora estejam diretamente relacionados ao tabagismo. “Os sinais que mais incomodam o fumante são cansaço e tosse, que tornam necessária uma avaliação respiratória e cardiológica”, informa o pneumologista.

Com apoio médico – e, eventualmente, de psicólogos –, o paciente passa a entender a importância de mudar comportamentos.“Esse acompanhamento também é importante para esclarecer dúvidas e orientar sobre o uso de medicamentos e possíveis efeitos colaterais”, reforça Dr. Márcio. No entanto, o fator mais decisivo é a vontade do paciente em parar de fumar. É por isso que nos consultórios médicos esta é uma das primeiras questões abordadas. Se o fumante possui esse desejo, estará mais motivado a mudar também outros hábitos relacionados ao ato de fumar.

“É essencial quebrar o vínculo que existe entre o cigarro e atos do cotidiano”, comenta o especialista. Outra etapa importante do tratamento é o uso de remédios que impede o desenvolvimento da abstinência.

 

Bons Ares

O programa da FUNDAFFEMG tem como meta ajudar pessoas que querem parar de fumar por meio de acompanhamento médico periódico e incentivo à adoção de novos hábitos. Caso deseje participar, ligue para (31) 2103-5858.

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