FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Quando o excesso se torna um transtorno

Em que ponto comprar demais, comer muito ou jogar videogame em excesso pode se tornar um problema? Todo cuidado é pouco quando se trata de prevenir um comportamento que pode trazer graves prejuízos à saúde: a compulsão.

Cuidado com o peso das mochilas escolares

A cada ano que passa, aumenta o peso que crianças e adolescentes carregam, literalmente. À medida que as disciplinas escolares se diversificam, cresce a quantidade de objetos na mochila, assim como as responsabilidades. Cadernos, livros, lanche e outros materiais escolares, que devem ser levados todos os dias, acabam por representar um risco à saúde dos estudantes. O motivo? A carga que ombros, braços e costas precisam suportar.

Preparação para a chegada do bebê

Em junho de 2019, a vida da assistente social Karina Siqueira mudou completamente. O motivo da transformação tem um nome: Bernardo. O recém-nascido chegou ao mundo de forma planejada e com muita saúde. Para a mãe de primeira viagem, foi importante ter o apoio familiar e médico durante a gravidez, que lhe deu segurança e tranquilidade. “Foi fundamental contar com a assistência da FUNDAFFEMG durante todo o pré-natal”, diz.

O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico-hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

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Mês de luta contra uma doença silenciosa


O mês de julho tem uma cor especial e é dedicado a uma luta importante: em 2019, o governo brasileiro instituiu o Julho Amarelo, movimento para reforçar o combate contra as hepatites virais. O que se busca é envolver a população na prevenção e diagnóstico precoce da doença, caracterizada pela inflamação no fígado. Ela pode ser causada por vírus, por enfermidades autoimunes, metabólicas e genéticas e pelo uso de remédios, álcool e outras drogas.

 

 

As hepatites virais mais comuns no Brasil são as dos tipos A, B e C. Desde 2015, o tipo C é o que tem maior incidência: em 2017, o Ministério da Saúde registrou 11,9 casos da hepatite C por cada 100 mil habitantes. No ano seguinte, o país lançou a meta de eliminar a doença até 2030, além de diminuir em 65% seu índice de mortalidade e fortalecer o atendimento às demais hepatites virais.

 

O grande desafio dessa empreitada é que essa condição pode ser silenciosa, ou seja, nem sempre apresenta sintomas. Mas, seu risco é alto: caso não seja tratada corretamente, a doença pode causar cirrose ou câncer – nos casos dos tipos B e C. “As hepatites B e C, exatamente pela possibilidade delas se cronificarem e causarem cirrose ou câncer, são as mais graves. Ainda destaco a hepatite C como a mais importante, porque a chance de cronificação da hepatite B é em torno de 15% a 30%. Por outro lado, a chance de cronificação da hepatite C chega a 70%”, afirma Estevão Urbano, infectologista do Hospital Madre Teresa e presidente da Sociedade Mineira de Infectologia.

 

 

Previna-se com atitudes simples

Cada uma das hepatites virais demanda cuidados simples, que devem ser colocados em prática por todas as pessoas. No caso da A, garanta a vacinação* de seu filho e esteja atento à higiene pessoal e dos alimentos que consome. Também use camisinha em todas as relações sexuais, atitude que também contribui para evitar as outras manifestações da doença.

Em relação à hepatite B, além de garantir a imunização do bebê, é importante checar o próprio cartão de vacinação e se certificar que de tomou todas as três doses. Já a hepatite C exige uma atenção maior em adultos com mais de 40 anos de idade, que podem ter contraído o vírus no passado, quando ainda não havia tanto rigor para o uso de agulhas e materiais que perfuram. Por isso, é essencial procurar atendimento médico e solicitar exame específico para detectar a doença.

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