FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Alcoolismo: é preciso ajudar quem sofre dessa doença

Em novembro, inicia-se o período de festas de fim de ano, com muitas celebrações. São momentos para confraternizar, em que são servidas comidas especiais e, também, bebidas. E isso abre oportunidade para uma advertência: até que ponto o consumo de álcool pode ser considerado “social”? Quando ele se torna um problema? Para ter mais informações sobre o tema, con­fira a entrevista com o Dr. Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).

 Utilize seu plano de maneira consciente

Isso contribui para o equilíbrio das contas com reflexo na redução de sua mensalidade. Com a adoção de simples hábitos, você e sua família podem contribuir, e muito, para a redução dos custos assistenciais do FUNDAFFEMG-Saúde. 

Saúde na adolescência

A maioria dos adultos torce o nariz ou suspira profundamente ao se referir à adolescência. Afinal, é um desa­fio garantir uma relação sadia com pessoas que passam por esse período de grande instabilidade, descobrimento e mudanças. Quem tem um ­filho ou parente vivendo esse momento sabe bem do que estamos falando.

Síndrome de burnout: silenciosa e progressiva

A síndrome de burnout tem sido bastante discutida nos últimos tempos, especialmente desde que a 72ª Assembleia Mundial da Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou a sua inclusão na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), prevista para 2022.

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Mês de luta contra uma doença silenciosa


O mês de julho tem uma cor especial e é dedicado a uma luta importante: em 2019, o governo brasileiro instituiu o Julho Amarelo, movimento para reforçar o combate contra as hepatites virais. O que se busca é envolver a população na prevenção e diagnóstico precoce da doença, caracterizada pela inflamação no fígado. Ela pode ser causada por vírus, por enfermidades autoimunes, metabólicas e genéticas e pelo uso de remédios, álcool e outras drogas.

 

 

As hepatites virais mais comuns no Brasil são as dos tipos A, B e C. Desde 2015, o tipo C é o que tem maior incidência: em 2017, o Ministério da Saúde registrou 11,9 casos da hepatite C por cada 100 mil habitantes. No ano seguinte, o país lançou a meta de eliminar a doença até 2030, além de diminuir em 65% seu índice de mortalidade e fortalecer o atendimento às demais hepatites virais.

 

O grande desafio dessa empreitada é que essa condição pode ser silenciosa, ou seja, nem sempre apresenta sintomas. Mas, seu risco é alto: caso não seja tratada corretamente, a doença pode causar cirrose ou câncer – nos casos dos tipos B e C. “As hepatites B e C, exatamente pela possibilidade delas se cronificarem e causarem cirrose ou câncer, são as mais graves. Ainda destaco a hepatite C como a mais importante, porque a chance de cronificação da hepatite B é em torno de 15% a 30%. Por outro lado, a chance de cronificação da hepatite C chega a 70%”, afirma Estevão Urbano, infectologista do Hospital Madre Teresa e presidente da Sociedade Mineira de Infectologia.

 

 

Previna-se com atitudes simples

Cada uma das hepatites virais demanda cuidados simples, que devem ser colocados em prática por todas as pessoas. No caso da A, garanta a vacinação* de seu filho e esteja atento à higiene pessoal e dos alimentos que consome. Também use camisinha em todas as relações sexuais, atitude que também contribui para evitar as outras manifestações da doença.

Em relação à hepatite B, além de garantir a imunização do bebê, é importante checar o próprio cartão de vacinação e se certificar que de tomou todas as três doses. Já a hepatite C exige uma atenção maior em adultos com mais de 40 anos de idade, que podem ter contraído o vírus no passado, quando ainda não havia tanto rigor para o uso de agulhas e materiais que perfuram. Por isso, é essencial procurar atendimento médico e solicitar exame específico para detectar a doença.

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