FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Segurança e confiabilidade para seus dados

Em agosto de 2018, foi sancionada a Lei Geral de Proteção de Dados, que estabelece como empresas e organizações devem gerir, armazenar e, até mesmo, utilizar os dados de pessoas físicas e jurídicas aos quais têm acesso. As novas regras passarão a vigorar em 14 de agosto de 2020, e a FUNDAFFEMG já está se adequando às novas regras.

A (difícil) luta contra o Alzheimer

O Alzheimer é uma doença desafiadora e, por enquanto, incurável, cuja evolução, entretanto, pode ser retardada com tratamento.Enfermidade degenerativa que causa a perda progressiva de neurônios, o Alzheimer compromete progressivamente as funções cerebrais de uma pessoa. “O envelhecimento reduz a velocidade de regeneração de vários sistemas do corpo. Isto se dá, por exemplo, nos sistemas imunológico e metabólico, alterando o equilíbrio de produção/degradação de várias substâncias, como proteínas, radicais livres e outras”, explica a geriatra Dra. Dóris Nascimento.

Autocuidado como via para uma vida mais saudável 

Na rotina agitada, muitas vezes, as pessoas mal param para pensar em si mesmas. Falta tempo para o autocuidado, ou seja, a atenção às próprias necessidades do corpo e da mente. Para despertar seus bene­ficiários para essa questão, a FUNDAFFEMG escolheu o tema‑“O meu compromisso é a minha saúde” para nortear a campanha Outubro Rosa Novembro Azul de 2019.

Sarampo: vacinação é proteção

Alerta para o sarampo: segundo o Ministério da Saúde, 2.753 casos foram confirmados em 13 Estados brasileiros nos últimos 90 dias, com quatro óbitos. Minas Gerais teve casos suspeitos da doença, e várias unidades públicas de saúde e hospitais privados foram fechados temporariamente em agosto e início de setembro, seguindo o protocolo da vigilância epidemiológica.

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Quando o excesso se torna um transtorno


Em que ponto comprar demais, comer muito ou jogar videogame em excesso pode se tornar um problema? Todo cuidado é pouco quando se trata de prevenir um comportamento que pode trazer graves prejuízos à saúde: a compulsão.

Ela ocorre quando uma pessoa adota determinada atitude como forma de prover uma satisfação momentânea ou compensar algum sentimento de perda ou frustração. O problema se torna maior à medida que a prática se intensifica, podendo levar até mesmo à alternância de momentos de descontrole e crises de abstinência.

Para a psicóloga Sandra Lúcia de Oliveira Rodrigues da Silva, apesar de não serem tão conhecidas como o alcoolismo e a drogadição, as compulsões merecem atenção, justamente pelas dificuldades que podem acarretar à vida de um paciente. “Parece algo que está distante da nossa realidade, mas o que as pessoas não percebem é que praticamente todos nós temos compulsões. O grande risco desse comportamento são os efeitos variados que ele pode causar, como, por exemplo, o agravamento de um quadro depressivo”, comenta.

 

Você sabe o que é TCAP?

Uma das variações mais comuns é o Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica, que, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge 4,7% dos brasileiros. Há também a compulsão por comprar, usar smartphone, praticar sexo, ingerir suplementos alimentares, mentir ou até fazer fofoca.

Normalmente, pessoas com transtorno dessa natureza que não passam por tratamento podem sentir culpa e angústia pelo comportamento excessivo. Esse sinal também se associa à presença de outras doenças, como depressão ou ansiedade.

A atitude é tão comum que até mesmo crianças podem reproduzir o descontrole que observam nos pais ou familiares, muitas vezes, sem perceber. “Ocorre de os pais se queixarem de filhos que se excedem, mas não conseguem enxergar que eles se espelham em atitudes que ocorrem com frequência dentro de casa. Por isso, o cuidado e a atenção são essenciais”, avalia Sandra.

 

Como tratar a compulsão

O primeiro passo que o paciente deve dar é analisar com atenção as próprias atitudes e avaliar se algum comportamento excede os limites normais ou busca compensar, por exemplo, uma situação estressante ou de tristeza.

No caso da compulsão alimentar, é preciso ter atenção se o excesso se reproduz pelo menos uma vez por semana, em um período de três meses. Outra forma de entender o próprio comportamento é compará-lo à atitude de outras pessoas. Assim, é possível saber se limites estão sendo ultrapassados.

 

O mais importante, porém, é procurar o apoio de um médico especialista, nesse caso, psiquiatra ou psicólogo. “O que precisa ser feito é um trabalho profundo com o paciente, para que esse problema seja efetivamente eliminado e não resulte na substituição de uma compulsão por outra”, completa Sandra.

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