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Sarampo: vacinação é proteção

Alerta para o sarampo: segundo o Ministério da Saúde, 2.753 casos foram confirmados em 13 Estados brasileiros nos últimos 90 dias, com quatro óbitos. Minas Gerais teve casos suspeitos da doença, e várias unidades públicas de saúde e hospitais privados foram fechados temporariamente em agosto e início de setembro, seguindo o protocolo da vigilância epidemiológica.

A (difícil) luta contra o Alzheimer

21 de setembro é o Dia Nacional de Conscientização da Pessoa com Alzheimer, doença desafiadora e, por enquanto, incurável, cuja evolução, entretanto, pode ser retardada com tratamento.

Cuide bem do seu coração

As grandes ameaças ao coração são silenciosas e causam efeitos à saúde ao longo do tempo. É por isso que, especialmente no Dia Mundial do Coração (29 de setembro), hábitos de vida que comprometem o seu bom funcionamento são lembrados.

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A (difícil) luta contra o Alzheimer


21 de setembro é o Dia Nacional de Conscientização da Pessoa com Alzheimer, doença desafiadora e, por enquanto, incurável, cuja evolução, entretanto, pode ser retardada com tratamento.

Enfermidade degenerativa que causa a perda progressiva de neurônios, o Alzheimer compromete progressivamente as funções cerebrais de uma pessoa. “O envelhecimento reduz a velocidade de regeneração de vários sistemas do corpo. Isto se dá, por exemplo, nos sistemas imunológico e metabólico, alterando o equilíbrio de produção/degradação de várias substâncias, como proteínas, radicais livres e outras”, explica a geriatra Dra. Dóris Nascimento.

Descrita pela primeira vez pelo médico Alois Alzheimer, em 1906, a doença costuma afetar pessoas com mais de 65 anos. A proteína TAU e os amilóides presentes em neurônios de pessoas que apresentam DA também podem, algumas vezes, surgir em pessoas que não desenvolvem a doença. “Ainda não se sabe porque, mas é evidente que ela é mais comum em pessoas que sofreram episódios depressivos repetidos e prolongados”, ressalta Dra. Dóris.

Segundo o Ministério da Saúde, a enfermidade é responsável por mais da metade dos casos de demência entre a população idosa. Já a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) estima que 1,2 milhão de brasileiros tenham a doença.

 

Diagnóstico precoce

De acordo com o Ministério da Saúde, pessoas com Alzheimer costumam viver entre oito e dez anos depois de constatada a doença. Ainda que não haja forma de frear sua evolução, o diagnóstico em fases iniciais pode aumentar os bons resultados do tratamento paliativo.

Esse cuidado tem como principal objetivo garantir o máximo de qualidade de vida possível ao paciente, pelo maior tempo possível. Normalmente, o tratamento costuma envolver o uso de medicamentos para reduzir a velocidade de progressão da doença. “Mas, em alguns casos, eles têm pouca eficácia”, pondera a geriatra.

Por isso, também é essencial que o doente participe de atividades que estimulem a convivência social, a movimentação do corpo e a atividade cognitiva. “O apoio social, familiar ou de outros é fundamental para que a pessoa se sinta mais segura e possa evoluir de forma menos dramática”, completa a Dra. Dóris.

 

As fases do Alzheimer

  • Estágio 1 (inicial): altera a memória, o comportamento e as habilidades funcionais do paciente.
  • Estágio 2 (moderada): o doente passa a ter dificuldade ao falar, coordenar movimentos ou executar tarefas simples.
  • Estágio 3 (grave): além de não conseguir realizar tarefas cotidianas, o paciente passa a recusá-las. A doença começa a limitar completamente a pessoa.
  • Estágio 4 (terminal): passa a não interagir com o meio e com pessoas, podendo desencadear outras doenças.

 

Previna-se desde já

Segundo o Ministério da Saúde, não há prevenção específica para o Alzheimer, mas ele pode ser retardado ou evitado caso se adote alguns hábitos, como:

  • Manter a mente ativa: ler, estudar e desafiar a si próprio por meio de pensamentos mais complexos ou jogos de raciocínio.
  • Valorizar o convívio: realizar atividades em grupo sempre que possível.
  • Alimentar-se bem.
  • Praticar atividades físicas com regularidade.
  • Não fumar ou consumir bebidas alcoólicas.

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