FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Saiba como agir diante de emergências

Você sabe o que fazer em caso de urgência ou emergência? Antes de qualquer coisa, mantenha a calma e ligue imediatamente para o SAMU ou o Corpo de Bombeiros pelo 192 ou 193. Os pro­fissionais irão te orientar sobre como proceder e te auxiliar na verificação dos sinais vitais da vítima, como respiração e pulso. Para que você tenha uma ideia de como proceder, convidamos o tenente Raul Souza dos Santos, do 3º Batalhão de Bombeiros Militares, para explicar como agir em quatro situações.

Pele protegida e saudável no verão 

Verão é sinônimo de férias, passeios com a família e muito sol e calor. O período é ideal para curtir os espaços ao ar livre, sempre que possível. No entanto, antes de sair é preciso relembrar cuidados essenciais para manter a saúde e, principalmente, proteger a pele.

Alcoolismo: é preciso ajudar quem sofre dessa doença

Em novembro, inicia-se o período de festas de fim de ano, com muitas celebrações. São momentos para confraternizar, em que são servidas comidas especiais e, também, bebidas. E isso abre oportunidade para uma advertência: até que ponto o consumo de álcool pode ser considerado “social”? Quando ele se torna um problema? Para ter mais informações sobre o tema, con­fira a entrevista com o Dr. Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).

 Utilize seu plano de maneira consciente

Isso contribui para o equilíbrio das contas com reflexo na redução de sua mensalidade. Com a adoção de simples hábitos, você e sua família podem contribuir, e muito, para a redução dos custos assistenciais do FUNDAFFEMG-Saúde. 

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A (difícil) luta contra o Alzheimer


O Alzheimer é uma doença desafiadora e, por enquanto, incurável, cuja evolução, entretanto, pode ser retardada com tratamento.Enfermidade degenerativa que causa a perda progressiva de neurônios, o Alzheimer compromete progressivamente as funções cerebrais de uma pessoa. “O envelhecimento reduz a velocidade de regeneração de vários sistemas do corpo. Isto se dá, por exemplo, nos sistemas imunológico e metabólico, alterando o equilíbrio de produção/degradação de várias substâncias, como proteínas, radicais livres e outras”, explica a geriatra Dra. Dóris Nascimento.

Descrita pela primeira vez pelo médico Alois Alzheimer, em 1906, a doença costuma afetar pessoas com mais de 65 anos. A proteína TAU e os amilóides presentes em neurônios de pessoas que apresentam DA também podem, algumas vezes, surgir em pessoas que não desenvolvem a doença. “Ainda não se sabe porque, mas é evidente que ela é mais comum em pessoas que sofreram episódios depressivos repetidos e prolongados”, ressalta Dra. Dóris.

Segundo o Ministério da Saúde, a enfermidade é responsável por mais da metade dos casos de demência entre a população idosa. Já a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) estima que 1,2 milhão de brasileiros tenham a doença.

 

Diagnóstico precoce

De acordo com o Ministério da Saúde, pessoas com Alzheimer costumam viver entre oito e dez anos depois de constatada a doença. Ainda que não haja forma de frear sua evolução, o diagnóstico em fases iniciais pode aumentar os bons resultados do tratamento paliativo.

Esse cuidado tem como principal objetivo garantir o máximo de qualidade de vida possível ao paciente, pelo maior tempo possível. Normalmente, o tratamento costuma envolver o uso de medicamentos para reduzir a velocidade de progressão da doença. “Mas, em alguns casos, eles têm pouca e­ficácia”, pondera a geriatra. Por isso, também é essencial que o doente participe de atividades que estimulem a convivência social, a movimentação do corpo e a atividade cognitiva. “O apoio social, familiar ou de outros é fundamental para que a pessoa se sinta mais segura e possa evoluir de forma menos dramática”, completa a Dra. Dóris.

 

Previna-se desde já

 

Segundo o Ministério da Saúde, não há prevenção específica para o Alzheimer, mas ele pode ser retardado ou evitado caso se adote alguns hábitos, como:

. Manter a mente ativa: ler, estudar e desa­fiar a si próprio por meio de pensamentos mais complexos ou jogos de raciocínio.

. Valorizar o convívio: realizar atividades em grupo sempre que possível.

. Alimentar-se bem.

. Praticar atividades físicas com regularidade.

. Não fumar ou consumir bebidas alcoólicas.

 

As fases do Alzheimer

  • Estágio 1 (inicial): altera a memória, o comportamento e as habilidades funcionais do paciente.
  • Estágio 2 (moderada): o doente passa a ter di­ficuldade ao falar, coordenar movimentos ou executar tarefas simples.
  • Estágio 3 (grave): além de não conseguir realizar tarefas cotidianas, o paciente passa a recusá-las. A doença começa a limitar completamente a pessoa.
  • Estágio 4 (terminal): passa a não interagir com o meio e com pessoas, podendo desencadear outras doenças.

 

 

 

 

 

 

 

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