FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Doenças Sexualmente Transmissíveis

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são contraídas a partir do ato sexual sem camisinha. As mais comuns são Aids, sífilis, gonorreia, herpes, HPV e clamídia. Elas podem afetar, igualmente, homens e mulheres com vida sexual ativa, e o risco aumenta com a troca frequente de parceiros. As DSTs podem ser provocadas por vírus, bactérias ou fungos, por isso, os tratamentos são diversificados.

Prostatite

A prostatite é uma inflamação que provoca o crescimento anormal da próstata, gerando desconforto, dor e obstrução da urina. Em geral, o problema é originado por uma bactéria, mas também pode ser relacionado a um vírus, fungo ou outros agentes.

Novembro Azul

A campanha Novembro Azul é um movimento de prevenção ao câncer de próstata e preservação da saúde do homem. A ação começou a ser realizada, no Brasil, em 2012, pelo Instituto Lado a Lado Pela Vida, com o objetivo principal de quebrar a resistência dos homens em relação às consultas médicas, e, assim, estimular a realização dos exames preventivos, essenciais para diagnosticar doenças em fase inicial.

 

Candidíase

 O crescimento excessivo do fungo Candida (também chamado Monília), no organismo, provoca uma infecção denominada Candidíase ou Monolíase Vaginal. Tal irritação pode ser ocasionada pelo enfraquecimento do sistema imunológico ou pelo uso de alguns antibióticos.

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Esmaltes para unhas podem causar alergia 


 O Brasil destaca-se, mundialmente, como o segundo maior consumidor de esmaltes. Mas o uso contínuo de alguns desses produtos pode levar, ao longo do tempo, ao desenvolvimento de reações alérgicas no organismo.

Ao comprar esmaltes, o consumidor deve ficar atento. Na hora da compra, verifique atentamente todas as informações que constam no rótulo do produto e na bula. Não compre produtos de procedência duvidosa que geralmente são encontrados em sites de compra coletiva, clubes de desconto ou quaisquer outros meios que disponibilizem produtos com preço muito inferior à média do mercado.

Atualmente, muitos esmaltes passaram a ter em seus frascos o ‘carimbo’ 3FREE. Isso significa que o produto é livre de três substâncias químicas que podem desencadear efeitos alergênicos e que são permitidas pela Anvisa. Essas substâncias são:

• DBP (dibutilftalato): utilizado como plastificante, para dar mais brilho aos esmaltes. O DBP pode ser absorvido pela pele e, de forma geral, se inalado ou ingerido continuamente, pode ocasionar os seguintes sintomas: irritação nas pálpebras, vermelhidão e descamação da pele.

•Tolueno: solvente utilizado para melhorar a aplicação e a secagem rápida do
esmalte. O seu uso no Brasil está em conformidade com o que é adotado na
Europa.
• Formol (formaldeído): um dos principais causadores de alergia. Confere maior durabilidade e fixação ao esmalte.

Muitas mães costumam receber pedidos insistentes das meninas para colorir as unhas. O uso deve ser limitado e esporádico. Crianças menores de dois anos, por exemplo, não devem usar. Como estão na fase oral, as mãos ficam em contato com a boca e a ingestão do produto pode ser prejudicial.

Para as meninas que já são um pouco mais velhas, a sugestão é o uso de produtos especiais para crianças (que são retirados com água e sabão) ou hipoalérgicos. Tirar cutícula também não é recomendado. As crianças têm muito contato com sujeira e terra e a cutícula é uma proteção importante.

Vale destacar que todo cosmético deve ter registro na Anvisa, que pode ser consultado no portal www.anvisa.gov.br. 

(Fonte - Ministério da Saúde)

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